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Acompanhamento Terapêutico Escolar

Autora: Amanda Utzig, graduanda do Curso de Pedagogia (Feevale), acompanhante terapêutica (at) formada pelo curso “A Clínica AT” (Portal Dr).

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Acompanhamento Terapêutico

Neste artigo abordarei uma definição de Acompanhamento Terapêutico, indicarei algumas áreas de atuação e adentrarei no meu percurso na área do AT Educacional. Além disso, pensarei sobre a importância da inclusão dessa atividade, de forma mais consistente, também no campo educacional, principalmente, para fins de inclusão social.

Definição de Acompanhamento Terapêutico

Conforme a definição do psicólogo Alex Tavares (apresentada durante as minhas aulas na formação “A Clínica AT“), o Acompanhante Terapêutico (AT) pode ser pensado da seguinte forma: ‘’É uma intervenção que usa o espaço de circulação do paciente para fazer tratamento, prevenção e promoção de saúde, com fundamento na norma, na ética, na ciência e na prática clínica”.

Áreas do Acompanhamento Terapêutico

O campo do Acompanhante Terapêutico está crescendo muito e pode ser administrado em diferentes áreas, como, por exemplo: para idosos, no âmbito escolar, para crianças, para tratamento de dependências, nos casos de depressão, entre tantos outros casos.

Acompanhamento Terapêutico Escolar (ATE)

Atualmente, sou professora… na verdade “auxiliar de professor” e já vivi duas experiências com inclusões escolares.

A prática de cuidado que mais tive contato, foi no caso de uma criança com Síndrome de Down.

De acordo com o que estudei na formação “A Clínica AT“, esta situação pode ser enquadrada como um caso de “ATE” (Acompanhamento Terapêutico Escolar), porém, com ação exclusiva dentro da escola (e não em outros locais nos quais essa criança circulava).

Acompanhamento Terapêutico Escolar

Nos meus estudos, aprendi que esse agente terapêutico pode acompanhar a criança/adolescente na escola, na casa, no cinema, no shopping, inclusive usando uma série muito ampla de recursos para ajudar no processo educacional.

Uma outra criança de inclusão que tive contato e acompanhei, foi um cadeirante que não falava e tinha certas limitações com sua perna. Ele não tinha a força suficiente para caminhar e se manter de pé.

Então, no caso dessa criança, eu era a “auxiliar da turma” e ajudava no seu processo de inclusão escolar e interação com as demais crianças e outros membros do mundo acadêmico.

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Importância do Acompanhamento Terapêutico Escolar

Creio que a presença do Acompanhamento Terapêutico na escola é muito importante, pois ele é um recurso que pode auxiliar dentro e fora da sala de aula. Com isso, pode evitar que o professor fique sozinho nessa tarefa de desenvolver e acompanhar as habilidades e dificuldades que cada aluno pode apresentar, principalmente no caso de crianças que demonstram importantes limitações.

Portanto, com a minha formação na “A Clínica AT” e, levando em conta a experiência que tive com abordagens de inclusões escolares, posso dizer que esse conteúdo que aprendi sobre o Acompanhamento Terapêutico agregou-me muito, tanto na prática do dia a dia, quanto na teoria. Com isso, posso ajudar pessoas em várias frentes de ação.

O Acompanhamento Terapêutico é um trabalho muito importante, mas, apesar disso, não sabia sobre ele. Quem me falou dessa atividade foi uma amiga e, então, comecei a fazer a formação.

Conclusão: Acompanhamento Terapêutico

Nessa caminhada, o que mais me chamou atenção é que ainda há poucas pessoas qualificadas para exercer o Acompanhamento Terapêutico de forma profissional e há muita gente precisando desse serviço (muita demanda clínica).

O que achei o melhor de tudo é que podemos atender em qualquer lugar (com base na norma, na ciência e na ética), onde o paciente preferir e, o principal, promovendo saúde.

Bibliografia

SERENO, Deborah. Acompanhamento Terapêutico e Educação Inclusiva. Psyche, ano X, n. 18, pp. 16/-1/9, set/2-6. 2006.

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