O Acompanhamento Terapêutico Como Um Dispositivo de Desinstitucionalização e de Cidadania

Curso AT On-line e 100% Grátis!! Aulas Grátis Com Professor Psicólogo, Mestre em Psicologia! O Acompanhamento Terapêutico Como Um Dispositivo de Desinstitucionalização e de Cidadania Resumo: O presente artigo visa propor uma discussão sobre a política de saúde mental atual e a influência desta na prática do Acompanhamento Terapêutico, a Ler mais…

O Acompanhamento Terapêutico e os Avanços em Atendimento de Saúde Mental

Curso AT On-line e 100% Grátis!! Aulas Grátis Com Professor Psicólogo, Mestre em Psicologia! O Acompanhamento Terapêutico e os Avanços em Atendimento de Saúde Mental Resumo: o presente trabalho visa abordar a importância do Acompanhamento Terapêutico (AT) no tratamento de pacientes com transtornos mentais graves, sendo essa modalidade um complemento indispensável para Ler mais…

Acompanhamento Terapêutico no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS): Explorando Possibilidades de Construção da Rede

Curso AT On-line e 100% Grátis!! Aulas Grátis Com Professor Psicólogo, Mestre em Psicologia! Acompanhamento Terapêutico no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS): Explorando Possibilidades de Construção da Rede Resumo: Este artigo tem como objetivo traçar um breve panorama do Acompanhamento Terapêutico (AT), no contexto da Reforma Psiquiátrica, bem como discutir suas potencialidades Ler mais…

O Acompanhamento Terapêutico com psicóticos: possibilidades e desafios

RESUMO

A prática do Acompanhamento Terapêutico (AT) iniciou-se com pacientes psicóticos em instituições, porém, desde o início da reforma psiquiátrica esse contexto apresenta novas características. Este artigo, buscando explorar essa temática, visa mostrar tanto as contribuições quanto as limitações dos procedimentos tradicionais com pacientes psicóticos, propondo a reflexão sobre as possibilidades e desafios do AT. Inicialmente é contextualizado e conceituado o Acompanhamento Terapêutico, diferenciando-o de outras intervenções, tendo um setting ampliado e diversificado. Em seguida, é apresentada a dinâmica da psicose na abordagem psicanalítica e as intervenções convencionais para esses pacientes, enfatizando as possibilidades do AT frente aos mesmos. Sem pretender esgotar o tema, este artigo elucida questões referentes à prática do Acompanhamento Terapêutico, o qual não exclui outras abordagens, podendo ser complementar a outros tratamentos.

Palavras Chave: Psicose. Psicanálise. Acompanhante Terapêutico.
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Da hospitalização ao Acompanhamento Terapêutico na rua: um novo jeito de fazer saúde mental

Resumo: o presente artigo busca descrever a evolução da saúde mental no Brasil, partindo do modelo hospitalocêntrico, passando pela Reforma Psiquiátrica, chegando à construção do Acompanhamento Terapêutico e ao setting utilizado para o desenvolvimento desta técnica.

Palavras- chave: acompanhamento terapêutico, setting, saúde mental.

 

Da hospitalização ao Acompanhamento Terapêutico na rua: um novo jeito de fazer saúde mental

 

Introdução

Este artigo tem com objetivo visualizar o surgimento e o desenvolvimento do Acompanhamento Terapêutico (AT) no Brasil, retomando a história precedente desde a criação do primeiro hospital psiquiátrico brasileiro, a Reforma Psiquiátrica e concomitante a ela o surgimento das novas formas de se pensar em tratamento para a saúde mental, culminando local de ação terapêutica do AT: as ruas da cidade.

O artigo é divido em quatro seções, sendo a primeira sobre a história da loucura no Brasil, que remete a fatos do século XIX, contando o tratamento dado a doentes, baseado no modelo hospitalocêntrico. A segunda seção aborda as novas práticas terapêuticas através da mudança de comportamento que culmina na Reforma Psiquiátrica brasileira. Na seção seguinte é abordado o surgimento do AT na Argentina e a expansão dele no Brasil, considerando as funções do acompanhante terapêutico (at) e como o trabalho é realizado. A última parte do artigo expõe o setting de AT, onde o sujeito é reinserido na sociedade.

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Acompanhamento Terapêutico e esquizofrenia

Resumo: a necessidade do presente artigo se fez a partir do desejo de refletir sobre a minha prática como acompanhante terapêutico (at). Refletindo sobre isso, optei por apresentar meus encontros com o jovem Ariel (nome fictício), de 20 anos, que sofre com esquizofrenia desde os 17 anos e que acompanhei por aproximadamente quatro meses em um dos estágios de conclusão do Curso de Graduação em Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo em 2005.

Palavras-chave: Acompanhamento Terapêutico, esquizofrenia, Reforma Psiquiátrica.

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