O papel do acompanhante terapêutico e suas modalidades de atividade


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Resumo: este trabalho tem por objetivo refletir um pouco sobre o objetivo do Acompanhante Terapêutico, seu papel e bem como algumas modalidades que o AT pode exercer. Para tanto, caracteriza-se um pouco da história do AT e ao longo exemplifica o AT na modalidade escolar e no trabalho com dependentes químicos. No trabalho é também apresentado uma entrevista com um at e psicólogo que trabalha há tempo na área, mostrando como se dá o trabalho na prática. Por fim, são apresentadas algumas considerações finais sobre o assunto.

Palavras-chave: Acompanhante Terapêutico (AT), at escolar, at dependente químico.

siteat.3O papel do acompanhante terapêutico e algumas modalidades de atividade

Sumário

  1. Introdução.
  2. Um pouco da história do AT.
    • Como é o papel do acompanhante terapêutico.
    • AT dependência química.
    • AT escolar.
  3. Prática do at.
  4. Conclusão.

1. INTRODUÇÃO

Este trabalho aborda como foi surgindo o papel do acompanhante terapêutico, sua importância na sociedade e como o AT auxilia o indivíduo com dificuldades diversas na inserção à sociedade. O AT trabalha em diversas modalidades, será mostrado algumas, mais especificamente o at escolar e at dependente químico. Apresentará uma entrevista com um profissional da área mostrando como é o funcionamento do AT na prática e com isso exemplificará como funciona o papel do AT e quais as possibilidades.

2. UM POUCO DA HISTÓRIA DO AT

Segundo Três (2012) as comunidades terapêuticas surgiram por volta de 1950, com o intuito de oferecer aos pacientes uma forma mais humanizada e autônoma para que estes pudessem se relacionar e adquirir mais experiência social, proporcionando-lhe maiores condições de autonomia para viver fora dos asilos. É a partir deste contexto que surge o Acompanhante Terapêutico (AT), que durante todo este período foi chamado de “agente grude”, “atendente psiquiátrico”, “amigo qualificado”, “ego auxiliar”, “auxiliar psiquiátrico”, entre outros. No entanto, independente da sua nomenclatura o papel do AT desde o princípio é ajudar pacientes críticos a conectarem-se a realidade psicossocial da melhor maneira possível.

Desde 1987, com a primeira conferência nacional de saúde e com o reforço da declaração de Caracas (Venezuela, 1990) os países latinos americanos se esforçam para a promoção de serviços comunitários. A substituição manicomial, a integração a rede em atenção primária a saúde e redes sociais tornam-se prioridade a reinserção do doente em seu meio social. O principal meio de atenção a portadores de transtornos mentais passa a ser a rede básica de saúde onde começa a existir uma preocupação com o contexto onde este indivíduo está inserido, tal ação ocorreu pela repercussão da proposta da carta de Caracas (ARALDI, 2014).

De acordo com Araldi (2014) as transformações nas concepções e práticas na saúde mental ocorreram após a proposta de descentralização da atenção, interdisciplinaridade e intersetorialização.  O processo de reabilitação social visa vários programas e serviços para promover a autonomia de indivíduos portadores de transtornos mentais bem como suas atividades sociais. Com a desinstitucionalização foi possível a inclusão das práticas de atendimento psicossocial sem a limitação das barreiras institucionais.

Através de movimentos sociais e científicos se constituíram as práticas da atenção psicossocial. Os profissionais dessa área deixaram de se preocupar somente com a doença, medicações e terapias, passando assim, a se preocupar com os cuidados do indivíduo que precisa de tratamento e com a qualidade desse cuidado oferecido.  O profissional da saúde passa a ocupar-se com as atividades do dia a dia, como ocupar o seu tempo, seu lazer, descanso e a realização das atividades conjuntas. Em conjunto com o processo de reabilitação do indivíduo é esperado que os profissionais foquem nas potencialidades e nas partes mais “sadias” do sujeito, utilizando uma abordagem compreensiva, dando suporte no que for necessário de acordo com a demanda e a singularidade de cada indivíduo (ARALDI, 2014).

Segundo Araldi (2014), através da Reforma Psiquiátrica foi possível modificar a concepção do hospital psiquiátrico como única forma de cuidado com a saúde mental, isso se deu pelo conjunto de medidas que promoveram uma ruptura com o modelo asilar de atendimento e a deshospitalização para os portadores de doença mental.

Com isso, não foi mais exclusividade dos médicos a tomada de decisões sobre esses pacientes, passando a ser responsabilidade de todos os profissionais da área da saúde e também grupos da comunidade por influência dos movimentos políticos das reformas psiquiátricas na tentativa de eliminar os manicômios da Europa Ocidental nos anos 60.

Na América do Sul, nos anos 70 a Argentina empregou um atendimento com profissionais de diversas áreas (abordagem múltipla) em uma clínica que realizava atendimentos para pacientes psicóticos e dependentes químicos. Através desta abordagem, tanto paciente quanto familiares recebiam o atendimento multiprofissional. Foi pela primeira vez que surgiu a prática do AT (ARALDI, 2014).

2.1. COMO É O PAPEL DO AT

Conforme os escritos de Araldi (2014) o AT auxilia o indivíduo na inserção a sociedade, isso só é possível, pois há uma sintonia na execução das tarefas por parte de ambos. Este profissional serve como um guia terapêutico, não necessariamente deve estar atrelado a uma profissão em particular, mas é necessária uma qualificação específica para atuação.

O AT realiza um tipo de atendimento clínico, onde o setting terapêutico se dá em diversos locais tendo a intenção de promover a autonomia do sujeito.  O AT é marcado pela interdisciplinaridade podendo ser associada com as estratégias em serviços como Centro de Atenção Psicossocial (CAPS).

Os atendimentos de AT podem variar dependendo da demanda, por exemplo, podem ocorrer duas ou mais vezes por semana com duração de três horas, nesse período de tempo, o acompanhante terapêutico (at) e a pessoa acompanhada realizam suas atividades com o objetivo de alcançar o propósito terapêutico.  Um dos principais desafios desta prática é a construção de uma rede de atendimento que torne possível aos portadores de sofrimento psíquico uma perspectiva de vida levando em consideração o contexto que o sujeito está inserido (ARALDI, 2014).

A prática do AT contribui como um dispositivo para a efetivação dos princípios da reforma psiquiátrica em que a inserção destes indivíduos na sociedade é compreendida como um campo possível de tratamento para o sujeito portador de transtorno mental e sofrimento psíquico (ARALDI, 2014).

2.2. AT DEPENDÊNCIA QUÍMICA

A dependência química vem estendendo-se por toda sociedade brasileira, sendo um tema que além de delicado é um campo de estrema valia para profissionais de AT, pois estes trabalham diretamente na reabilitação dos dependentes, dando-lhes suporte e os acompanhando nas internações, tanto domiciliares como em clínicas, mas também, em outras situações sociais que possam ser importantes para uma reinserção (POLETTO, 2014).

Poletto (2014) ressalta a ideia de que os profissionais vão abordar terapeuticamente os indivíduos, focando na sua enfermidade e possíveis resistências. Na continuidade, o AT impõe limites, “impede” qualquer aproximação de substâncias, adiciona o “não” na vida do paciente e atua na prevenção de recaídas. Conjuntamente com o paciente reconstroem o cotidiano, estimulam o movimento para buscar uma ideologia de vida na ausência das drogas, podendo servir até mesmo como modelo de identificação.

2.3. AT ESCOLAR

A partir de um olhar a respeito da educação, Gaviolli e Abbamonte (2002), abordam que a atuação do AT na escola possui seus prós e contras.

O AT, segundo a autora, é uma modalidade de atendimento cuja proposta é de auxiliar os pacientes que apresentam distúrbios graves (ou não) e que estão à margem da sociedade, em sua reintegração social. Para a educação, Gaviolli e Abbamonte (2002) enfatizam que o pedido da presença de um AT não necessariamente tenha a ver com questões subjetivas, pois na maioria das vezes, o AT na escola é solicitado para a adaptação ou inserção da criança no universo escolar, como, por exemplo, no caso de crianças com DGD (Distúrbio Global do Desenvolvimento), que apresentam dificuldade em relacionar-se com os demais, possuem resistência na aprendizagem, negação as regras, e por vezes, reação agressiva frente ao grupo. Neste caso, o AT atua como agente de integração nas dificuldades apresentadas pela criança, mas também pela escola em face de sua limitação em lidar com crianças “especiais”.

Segundo Gaviolli e Abbamonte (2002), o AT funciona como ego auxiliar e porta-voz da criança para enfrentar situações das quais não têm mecanismos suficientes para lidar sozinha; por exemplo, na conduta agressiva de uma criança frente ao grupo, onde expõe, aparentemente, energia negativa e insatisfação com a situação e/ou os integrantes (colegas e professores), porém o desejo real desta criança é ser membro participante desse grupo. Neste caso, entra o trabalho do AT no auxílio da criança em expressar-se de maneira diferente e também para o grupo que não entende o seu comportamento.

Enfatizam os autores que os casos mostram avanços significativos na evolução escolar das crianças, porém se questiona até que ponto o AT está preparado a lidar com questões escolares, quando o mesmo não se trata de um profissional da educação (no quadro escolar), e por muitas vezes, também não sendo um profissional da saúde no viés tradicional. Embora os questionamentos referentes à formação do AT, fica claro que a presença deste pode funcionar para fazer a interlocução entre os alunos e o professor no cotidiano escolar (Gaviolli e Abbamonte, 2002).

Referenda Kupfer (2000, p. 115) que:

A proposta de Educação Terapêutica é instituir o simbólico no real (…) não é apenas educação em seu sentido clássico, pois não visa moldar a criança ao ideal de eu do seu educador (…). Este precisa apresentar materiais, sugerir caminhos (…). Ao mesmo tempo, deve escutar o pouco de sujeito que ali por vezes emerge.

Segundo o autor, o AT é um facilitador na escola, agente de inclusão na medida em que tenha uma circulação pela instituição, “produzindo questionamentos na escola e sempre atento à quando e como deve fazer sua entrada em sala e não lá permanecer esquecido e excluído junto ao aluno” (KUPFER, 2000, p. 116).

3. PRÁTICA DO AT

ENTREVISTA

Segundo o Psicólogo e Acompanhante Terapêutico Fábio Puntor, o papel de um at é muito amplo, sendo mais fácil responder o que ele não pode desempenhar. O at atua em muitas áreas e basicamente surgiu em um momento que existiam muitas clínicas psiquiátricas, porém, hoje atuando em diversas áreas como: na escola – ajudando na questão social, e também com aquele paciente que está saindo de uma internação, até a sua casa. O Psicólogo e at Fábio citou alguns exemplos de papéis de AT que ele já experienciou, como por exemplo, na escola, em internação domiciliar, saindo com pacientes, em algumas idas ao shopping, levando pacientes a bancos, dentre outros.

Segundo Fábio, o at pode trabalhar como autônomo ou em grupos de acompanhamento terapêuticos. Trabalhar em grupo é mais seguro e mais fácil, pois todos do grupo trocam informações, trabalham com outros profissionais da saúde como Psicólogos, Psiquiatras, Psicólogo Sistêmico e ainda contam com a ajuda de todos do grupo para o manejo de pacientes, se necessário. O grupo quando recebe um caso, geralmente analisa qual é a demanda do paciente e quem ficará com este paciente. O Acompanhante Terapêutico (AT) recebe o paciente, conversa com a família e procura entender os objetivos da demanda. A partir de então, inicia o processo de criar estratégias para preparar e ajudar este paciente a alcançar o seu objetivo. O AT precisa estar aberto e disposto a passar por qualquer situação. Dependendo da demanda, às vezes, é necessário a ajuda inclusive de um outro colega at para conseguir com que o paciente reaja.

Fábio acrescenta que a diferença entre o uso da psicoterapia e de um serviço de AT está em primeiro lugar no setting sendo os dois bem distintos um do outro. A Psicoterapia tem um setting terapêutico bem estruturado e o AT não trabalha dentro da estrutura de setting. Ainda, o Psicólogo dentro do setting está mais protegido e o AT não sabe o que pode esperar, sendo que o seu setting é quase como se fosse o atendimento em um hospital.

No caso do AT não se utiliza as abordagens de uma psicoterapia, se trabalha em cima de objetivos. O AT vai trabalhar também, muitas vezes, com a transferência e a contratransferência. De acordo com Fábio, geralmente o AT trabalha com pacientes mais regressivos e que, muitas vezes, não tem condições de entrar numa psicoterapia. Fábio cita ainda alguns exemplos para se ter segurança no trabalho de um AT, como ter o cuidado de conhecer a casa do paciente, verificar quem tem as chaves, qual a dinâmica da família, dentre outras.

Outro exemplo de como funciona um AT, pode ser de um paciente impulsivo com problemas de conduta em sala de aula. Neste caso, o AT vai funcionar como uma contenção para este paciente, como um limite, mostrando como ele precisa reagir em uma fila, com colegas e outras pessoas. Outro exemplo é o caso de um paciente que não quer sair do quarto. Para este caso, o AT vai descobrir o que este paciente gosta para montar uma estratégia de ajuda, estabelecendo um vínculo, não forçando o paciente a sair do quarto. Primeiramente o AT vai pensar como o paciente pode chegar à sala, depois como pode encontrar amigos, mas sempre de maneira que não venha a assustá-lo, sempre no sentido de auxiliá-lo.

Antigamente não existia uma formação em AT, sendo estas atividades feitas por enfermeiros que podiam ser considerados como um amigo. Hoje, já existe formação em vários lugares como na Argentina, no Brasil e em vários outros países.

Alguns exemplos de tipos de AT, de acordo com Fábio são:

  • AT Escolar – para casos de fobia ou para possíveis interações.
  • AT Viagem – acompanhamento do paciente em uma viagem.
  • AT Convencional – acompanhamento do paciente em casa para fazer atividades diárias e/ou outras atividades.
  • AT Internação domiciliar – geralmente 24 horas. Neste caso há a necessidade de mais pessoas trabalhando em conjunto.
  • AT Transporte – pacientes com dificuldade de ir até o médico, por exemplo.
  • AT Almoço – almoçar com o paciente, cuidando o momento, qual a voracidade, higiene e etc.

Fábio afirma ainda, que quem se interessar pela área, é importante ter em mente que é um trabalho diferenciado, precisando gostar de se movimentar. Afirma que o AT terá que chegar mais aberto do paciente, no sentido de escutar alguma música que talvez não goste, dentre outras coisas, tendo que “ampliar o seu mundo”. Deve ainda, estar muito ciente das coisas que estão acontecendo a sua volta, disposto a correr, jogar, mas também, de estudar e estar por dentro das notícias e informações.

O AT que é Psicólogo, conforme Fábio, consegue ter uma visão maior do paciente, podendo fazer leituras dos pacientes, saber suas defesas e traços, agregando muito ao trabalho. O Psicólogo já vem com a ideia de que a terapia é importante a todos e que é necessário fazer sua própria terapia, ter uma supervisão, pois o paciente vai mexer com os seus pontos fracos e nas coisas que fazem parte dele, sendo importante saber lidar com tudo isso. Mas, além disso, Fábio confirma novamente que é preciso estar mais “solto” e aberto do que um Psicólogo somente, no sentido de ser mais permissivo e estar disposto a tudo que poderá vir a acontecer.

4. CONCLUSÃO

O Acompanhante ou Atendente Terapêutico surgiu, desde o início, com a ideia de auxiliar os pacientes a terem maior autonomia e condições de vida. Por fazerem o papel de auxiliares, receberam, durante anos, diversas nomenclaturas, como de ego auxiliar, porém, sempre com o intuito de ajudar e amparar o paciente, principalmente para aqueles em estado crítico, procurando fazer com que estes se conectem com a realidade psicossocial tendo uma vida mais digna.

Com o decorrer dos anos, mais especificamente a partir dos anos 80, há uma dedicação maior no que se refere aos esforços nos serviços comunitários, tornando-se prioridade a reinserção do doente mental em seu meio social.

A partir de uma proposta de interdisciplinaridade, intersetorialização e descentralização da atenção, as transformações na área da saúde mental começam a tomar sentido, tornando-se possível as práticas de atendimento psicossocial sem os empecilhos institucionais.

As práticas de atenção psicossocial tomaram forma a partir de movimentos sociais e científicos, que trouxeram uma nova preocupação aos profissionais da área da saúde, não se preocupando somente com a doença em si ou com os medicamentos que os pacientes precisariam utilizar, mas também, com suas atividades do dia a dia, como, lazer, descanso, etc. A partir desse novo contexto, torna-se necessário também a preocupação com a singularidade e as potencialidades do indivíduo.

No ambiente escolar, o AT poderá auxiliar como porta-voz da criança para enfrentar situações do dia a dia das quais ela não possui mecanismos suficientes para lidar sozinha, como nos casos de Distúrbio Global do Desenvolvimento, ou outras situações críticas. Nestes casos, o AT atuará como um agente de integração nas dificuldades desta criança, lembrando que a escola também possui limitações em lidar com crianças consideradas como “especiais”.

Conforme entrevista feita com o Psicólogo e AT Fábio e de acordo com a pesquisa realizada neste estudo, o Acompanhante ou Atendente Terapêutico pode auxiliar o paciente em sua inserção na sociedade, a partir da execução das diversas tarefas e do auxílio deste perante o paciente, não sendo necessário que o AT tenha alguma qualificação ou profissão específica, pois ele trabalhará na interdisciplinaridade.

5 BIBLIOGRAFIA

  1. ARALDI, Marina, Ortolan. O acompanhamento terapêutico (AT): dispositivo de atenção psicossocial em saúde mental. Porto Alegre. 20 jan 2014. Disponível em: < https://siteat.net/da-hospitalizacao-ao-acompanhamento-terapeutico-na-rua-um-novo-jeito-de-fazer-saude-mental/> Acesso em: 15 de maio 2014.
  2. BERTAZZO, J. de B.; MOSCHINI, R. Acompanhamento Terapêutico Escolar: O atendimento a alunos com transtornos globais do desenvolvimento nas escolas exclusivas. Porto Alegre. 05 mai 2012. Disponível em: <http://www.portalanpedsul.com.br/admin/uploads/2012/Educacao_Especial/Trabalho/08_06_30_1378-7330-1-PB.pdf>. Acesso em: 10 e maio 2014.
  3. GAVIOLLI, C.; RANOYA, F.; ABBAMONTE, R. Acompanhamento Terapêutico na Inclusão Escolar. Porto Alegre. 10 jan 2002. Disponível em: <http://www.movimentodown.org.br/2013/01/o-acompanhamento-terapeutico-na-inclusao-escolar-2/>. Acesso em: 10 de maio 2014.
  4. KUPFER, M. C. Educação para o Futuro: psicanálise e educação. São Paulo, SP, Escuta. 2000.
  5. POLETTO, Carolina, Arguelles. O papel do acompanhante terapêutico no processo de reabilitação de dependentes químicos. Porto Alegre. 27 abr 2014. Disponível em: <https://siteat.net/poletto>. Acesso em: 17 de maio 2014.
  6. TRES, Keila. Técnicas da terapia cognitivo-comportamental na prática do acompanhamento terapêutico. Porto Alegre. 11 Nov 2012. Disponível em: <https://siteat.net/keila/>. Acesso em: 17 de maio 2014.

Autora: Monica Brehm Silveira – Estudante de graduação do curso de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). Formada no “Curso de Capacitação em Acompanhante Terapêutico” (CTDW). Fones: (51) 3012.3450 / 9399.4728. E-mail: [email protected]

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