Acompanhante Terapêutico: um agente facilitador da inclusão social e escolar

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Resumo: este trabalho aborda o tema sob a perspectiva do acompanhante terapêutico como agente facilitador da inclusão social, com vistas à atuação profissional na escola. Para tanto, caracteriza profissional at e o analise como agente de inclusão social. A função AT está focada na atuação do contexto escolar, mais especificamente no contexto da inclusão escolar. Por fim, são apresentadas algumas considerações finais sobre o assunto.

Palavras-chave: acompanhamento terapêutico, inclusão social, at escolar, inclusão escolar

EventoAcompanhante Terapêutico: um agente facilitador da inclusão social e escolar

 

INTRODUÇÃO

Este trabalho aborda a função do Acompanhante Terapêutico (at)*, modalidade de profissional da área da saúde, como agente facilitador da inclusão escolar.

Assim, o AT Escolar atua como um mediador entre a escola e o indivíduo com dificuldades e ou prejuízos mentais.

Fala-se, então, de um fazer profissional “in loco”, fora do setting terapêutico tradicional, cujo objetivo principal é promover a autonomia e a adequação desse sujeito ao ambiente, no caso, o do contexto escolar.

Logo, a intervenção do AT funciona como um “ego auxiliar” que irá promover as capacidades humanas, desinstitucionalizando a loucura, auxiliando na descoberta de caminhos de convivência adequados para aqueles que a sociedade e as instituições deixaram, ao longo dos anos, à margem da sua história.

PROFISSIONAL DA PRÁTICA AT

O at é um profissional da área da saúde que exerce a sua prática profissional dentro ou fora da instituição. Normalmente, é uma função exercida por graduados ou graduandos da área da saúde, agentes promotores da saúde, cujo setting terapêutico é o espaço da vida diária.

Suas intervenções constituem-se na tríade “acompanhar – esperar – questionar”. É o “fazer andarilho” que promove o processo terapêutico no encontro das diferenças que também ocorre nas ruas. Assim, o espaço da rua deixa de ser um elemento secundário e passa a funcionar como um dispositivo facilitador de vivências e promotor de exercícios sobre a vontade de poder. (SILVA, 2003).

Lerner (1984) destaca que o at é um colaborador da equipe terapêutica. A pessoa que exerce essa função recebe capacitação adequada e participa da vida cotidiana do paciente. A partir do convívio, familiariza-se com a rotina do paciente e o passa a conhecê-lo com detalhes de expressões, que para o psiquiatra e ou para o psicólogo são na forma de relatos, normalmente no consultório.

Assim, o at desempenha a função de autoridade no tratamento do paciente. Também se insere no dia-a-dia das famílias destes. Assim, esse conhecimento deve ser compartilhado com a equipe em prol do tratamento do próprio paciente, pois a riqueza de informações é esclarecedora para os profissionais que prescrevem os tratamentos.

Ayub (1996) destaca que o at ou “amigo qualificado” trabalha junto ao paciente na direção de diluir o impacto da gravidade da doença entre os membros da família e promover uma atuação do paciente mais adequada. O autor também comenta sobre a adequação do paciente que pode, muitas vezes, ir de encontro ao padrão do funcionamento familiar que, não raro, passa a ser o promotor da doença.

A prática do AT estrutura-se, portanto, na reabilitação psicossocial e resgate da qualidade de vida do paciente. É uma atividade profissional voltada para auxiliar o paciente, compreendendo-o e fazendo a escuta adequada, promovendo suas potencialidades e auxiliando na construção da sua independência. Destina-se a auxiliar o paciente a lidar com suas dificuldades, proporcionando maior autonomia e independência, com maior inserção na sociedade em que vive. (FONSECA, 2011).

Londero e Pacheco (2006) apresentam fatores que levam psiquiatras e psicólogos a indicarem um at no tratamento das pacientes. Os autores destacam questões como o déficit social, incapacidade de autogerenciamento e autocontrole nas atividades da vida diária (AVDs), incapacidades funcionais e déficits de comportamento social.

Destacam, ainda, o importante papel de co-terapeuta que o at exerce, realizando atividades complementares à terapia.

Entre as características pessoais para o exercício da prática de AT, estão referenciadas a paciência, a perspicácia, o dinamismo em propor atividades e o firmeza de atitudes.

O referencial cognitivo-comportamental é o mais indicado para a natureza da atividade AT.

O estudo aponta o at como coadjuvante do tratamento, com papel ativo e decisivo no sucesso do tratamento, por atuar diretamente no ambiente em que o paciente está inserido.

Segundo Paiva (2012), o caráter político da atividade contribui para desfazer preconceitos e humanizar pessoas. A desinstitucionalização da loucura, base da reforma psiquiátrica, leva os rotulados “loucos” às ruas, ao convívio da sociedade.

Com isso, a prática do AT é uma facilitadora da inclusão e ou reinserção destes indivíduos especiais na sociedade, promovendo uma visão mais ampla e democrática, no cenário de trocas do acompanhado, que busca melhores condições nas atividades diárias.

A Reforma Psiquiátrica no Brasil foi instituída com a promulgação da Lei 10.216 de abril de 2001, e estabelece uma política de saúde mental que desinstitucionaliza a loucura. São afirmados os direitos dos adultos, crianças e adolescentes que vivem com problemas mentais graves, como também usuários de álcool e drogas. Estes cidadãos passam a serem assistidos, tanto no Sistema Único de Saúde (SUS), como na rede privada.

Nesse contexto, o AT é uma atividade funcional terapêutica e também de inclusão social, uma vez que restabelece o direito de todos na utilização dos espaços, serviços públicos e dispositivos sociais disponibilizados ao coletivo e que valoriza a promoção da saúde e a prevenção do adoecimento. (NADI, 2012).

AT  ESCOLAR

A intervenção terapêutica do at pode ocorrer em todos os espaços da vida cotidiana do acompanhado, promovendo seu processo de transformação na forma de lidar com a sua realidade.

Um dos espaços de atuação do AT é o contexto escolar, dentro da sala de aula, auxiliando no processo de inclusão social e escolar.

A inclusão escolar pressupõe colocar dentro, aqueles que foram segregados, porque eram diferentes. A diferença implica em particularidades e limites. O direito de acesso escolar por todas as crianças é indiscutível e está assegurado pela legislação brasileira.

A escola é por excelência um lugar de pertinência e ampliação de laços sociais, ou seja, é a instituição incumbida da transmissão de cultura e da instrução, preparando as crianças para as futuras possibilidades de escolha.

No entanto, estar junto não garante inclusão. É preciso que a escola tenha estratégias que viabilizem esse processo.

Dessa forma, é preciso um projeto pedagógico que garanta a permanência e a participação dos alunos especiais no cotidiano escolar. (PEGORELLI, 2011).

Porém, a realidade escolar brasileira está distante deste cenário. A qualidade da educação de inclusão deixa a desejar no que se refere às condições mínimas necessárias para suprir a demanda natural desse público. A infraestrutura escolar, de um modo geral, não está adequada para receber estes alunos. Professores não capacitados, projetos pedagógicos incipientes, e um processo educacional com lacunas significativas, especialmente no que se refere à inclusão, são práticas correntes na educação brasileira, apesar da inclusão estar assegurada por lei.

Cabe ressaltar também, que o processo de inclusão dos alunos com necessidades especiais é da responsabilidade de todos os segmentos da sociedade para que se crie e se estabeleça uma nova consciência social.

A inclusão social e escolar abrange a ação de todos na formulação e implementação de recursos, bem como na mobilização da sociedade, com vistas à efetividade do processo de inclusão. No entanto, é condição básica para a eficácia do processo, a participação das famílias dos portadores de necessidades especiais.

Estas famílias, em parceria com a escola, deverão implementar as melhores estratégias no processo de ensino-aprendizagem para que os alunos especiais possam se beneficiar e possam permanecer na escola. (LOPES E MARCHEZAN, 2000).

No processo de inclusão, as demandas do ensino regular colocam em risco a subjetividade dos alunos especiais, especialmente a organização da estrutura psíquica. A relação dos alunos especiais com as demandas da escola regular e dos outros precisa ser mediada.

O AT configura uma estratégia clínico-escolar, com a participação de psiquiatras e psicólogos no direcionamento da intervenção, que viabiliza o processo de inclusão, permitindo que o estar na escola para os alunos não seja tão custoso. (PEGORELLI, 2011).

A inclusão escolar de crianças e adolescentes com necessidades educacionais especiais no sistema regular de ensino provoca um questionamento de como lidar com eles e de como fazer para que um mesmo sistema seja capaz de suprir demandas tão diferentes.

A cada novo aluno que entra na escola o questionamento ressurge. Também os alunos especiais suscitam questões, que na maior parte das vezes, são bem diferentes das problemáticas vividas pela escola na sua trajetória institucional.

Novas maneiras de ser, de se relacionar, de aprender e de se comunicar devem ser compreendidas e incluídas pelos professores e pelo grupo. A partir da necessidade de ensinar e conviver com esses jovens, é que surge a demanda por profissionais que possam contribuir com a inclusão escolar, entre eles o at. (ADELINO, et all, 2013).

O AT é algo definido e com tempo de finalização. Está associado às dificuldades de aprendizagem que os alunos especiais apresentam e às questões que trazem em relação às falhas na constituição subjetiva, encontradas nas relações interpessoais. Estas são relações, muitas vezes, bizarras e assustadoras, que geram medo e angústia no ambiente escolar. (ASSALI, 2006).

O trabalho de at no ambiente escolar é um dispositivo clínico, norteado por uma rede de compromissos coletivos, visando à educação inclusiva de qualidade para todas as crianças e adolescentes. A inclusão escolar tem ampliadas questões complexas e relevantes da escola, como o exercício de conviver e lidar com a rigidez diante das diferenças.

A at opera como um secretário, tradutor e intérprete do ambiente, através da transferência, da presença ativa e respeitando a singularidade do aluno especial. O at é um agente promotor de efeitos de subjetivação e conexão entre os elementos dentro do ambiente escolar.

O AT termina quando a classe (professora e alunos) passa a funcionar como referência no acolhimento e sustentação das produções do sujeito com os quais ele deve se comprometer. (SERENO, 2006).

A presença de um at na escola está relacionada à demanda de que este possa responder por atitudes e pela educação do aluno ainda não adaptado ao universo escolar, com a qual, o corpo docente acredita não saber lidar. A insuficiência do sistema escolar aflora a cada novo caso que a escola tem que enfrentar. O at é um facilitador da construção de laços sociais nesse ambiente. Sua prática favorece a abertura de possibilidades para que a criança ou o adolescente que ainda não consolidou essa construção possa permanecer na escola.Com isso, o AT promove o processo de escolarização. (GAVIOLI, et all, 2002).

Para Sereno (2010), o AT na escola é radical na articulação do binômio saúde-escola. O AT leva a clínica para a escola, pois as experiências educativas estavam, até então, focadas no âmbito do tratamento, dando origem às oficinas, aos ateliês, ou até mesmo às escolas especiais para crianças psicóticas. Também é uma intervenção radical no que se refere à democratização do espaço escolar.

O AT na escola favorece novas possibilidades de sentido, de articulação, de encontro, podendo implicar num novo posicionamento da criança e do adolescente que aí está se constituindo. No entanto, deve-se ressaltar a necessária invisibilidade da ação do at. Suas ações devem corresponder a um “pequeno-nada”, configuradas num toque, num olhar, numa palavra, mas ainda assim devem garantir a presença ativa do at.

Ação invisível para que o sujeito apareça, para que as produções da criança e do adolescente tenham lugar assegurado, e, principalmente, para que depois possa deixar de estar lá, passando o bastão para o professor ou para o grupo de alunos.

AT ESCOLAR E ALGUMAS EXEMPLIFICAÇÕES

A importância do AT Escolar é melhor explicitada quando observada a realidade brasileira acerca da inclusão social e escolar. É preciso mudar o quadro de marginalização dessas pessoas, com alteração da visão social, acatamento da legislação vigente, com aporte de maiores recursos, uso da cibercultura e das novas tecnologias.

Pesquisas mostram, por exemplo, a dificuldade de aceitação dos alunos portadores de necessidades especiais em escolas de ensino regular, bem como as dificuldades em iniciar, manter, e finalizar os contatos sociais com os colegas.

Entretanto, apesar da inclusão social e escolar desses cidadãos brasileiros ainda ser incipiente, ainda é na escola que irá ocorrer a maior abertura para construção de comunidades acolhedoras e promotoras da educação para todos. (MACIEL, 2000 e BATISTA E ENUMO, 2004).

As modalidades de atendimento na educação especial são diversas e extrapolam às classicamente associadas à profissão, onde o AT é de suma importância no processo de inclusão. Um desafio cada vez maior é o atendimento ao aluno com transtorno global do desenvolvimento do tipo autista que requer uma organização do trabalho diferenciada, com conhecimentos específicos para intervenção e enquadre sistêmico para obter resultados positivos.

É preciso uma rede de apoio articulada que privilegie a troca de informações, complementariedade multidisciplinar e atendimento por diferentes profissionais. A rede também precisa ser colaborativa para garantir a aprendizagem, os comportamentos e as peculiaridades da comunicação. (BERTAZZO e MOSCHINI, 2012).

A psicomotricidade, comumente associada à educação física, é uma ciência articulada á neurologia, psicologia e pedagogia e vem ganhando importância, especialmente quando considerado o desenvolvimento global do indivíduo. A psicomotricidade leva em consideração aspectos cognitivos e sócio-afetivos, bem como constituintes do sujeito como um todo (físico, psíquico e intelectual). A presença de um adulto mediador que seja um facilitador e encorajador, oferecendo materiais e prestando atenção é fundamental para a saúde mental e aprendizagem desses indivíduos.

O at escolar contribui para diminuir déficits existentes no desenvolvimento das habilidades, melhorando a qualidade de vida e o bem estar dos indivíduos com desenvolvimento global comprometido. (HECHT, 2013).

O AT escolar também tem tido significativa importância no tratamento combinado de pacientes com transtorno de personalidade limítrofe, transtorno de conduta e psicóticos. A impulsividade é uma característica presente e marcante nesses pacientes. O at é um facilitador dos relacionamentos entre o paciente e o mundo interno e ou externo, auxiliando a reconstruir um suporte egóico que permitirá que o paciente esteja no mundo e estabeleça relações, sem que isso seja ameaçador, ou resulte em comportamentos inadequados.

Assim, existirão ganhos no controle dos impulsos, na diminuição da agressividade, da autoagressão, da desregulagem emocional. Os relacionamentos do alunado especial tendem a ser mais próximos e menos hostis, de forma particular no ambiente escolar. (POTRICH, 2013).

Dessa forma o AT Escolar, a exemplo das outras modalidades de AT, irá construir com o paciente um novo entendimento acerca do seu ambiente escolar. Assim, estará promovendo a qualidade das relações, a saúde e a bem estar que são aspectos fundamentais para um bom desempenho no processo ensino-aprendizagem.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A inclusão social no Brasil ainda encontra-se incipiente, demandando esforços significativos para o acolhimento dos cidadãos portadores de necessidades especiais.

Situação esta que tende a se agravar quando se fala de forma particular sobre a inclusão escolar. A prática do AT Escolar funciona como um agente facilitador do processo ensino-aprendizagem, tendo em vista o caráter mediador da atividade.

O profissional at desempenha, então, o papel de um processador biopssicosocial auxiliar, cujas intervenções irão fazer com que o aluno especial busque metabolizar o conteúdo da sala de aula, da escola e das relações interpessoais.

O at atua como promotor da inclusão social e escolar, mas de forma silenciosa e ativa. Por outro lado, passa a ser testemunha de um “fazer escolar” muito aquém das necessidades demandadas pelos cidadãos com necessidades especiais e com direitos adquiridos.

Paradoxalmente, é na escola despreparada e carente de recursos para esse tipo de atendimento que está o ambiente mais favorável para o acolhimento e o desenvolvimento de uma sociedade empática, efetivamente inclusiva e capaz de agir e pensar de forma congruente no que se refere a conviver com as diferenças.

Enfim, uma questão cultural que muito precisa evoluir e onde AT Escolar encontra-se na posição de conector de subjetividades na construção de uma consciência social mais desenvolvida e de uma realidade mais saudável.

REFERÊNCIAS

  1. ADELINO, Cláudia Magda, et all. Reflexões sobre o Acompanhamento Terapêutico como Dispositivo de Inclusão Escolar. Disponível em: http://www.grupolaco.com.br/pdf/reflexoes.pdf Acesso em: 09 jun 2013.
  2. ASSALI, Andréa Maia. Inclusão Escolar e Acompamnhamento Terapêutico: Possiblidade ou Entrave? (2006) Disponível em:  http://www.proceedings. scielo.br/scielo.php?pid=MSC0000000032006000100017&script=sci_arttext Acesso em: 09 jun 2013.
  3. BATISTA, Marcus Welby e ENUMO, Sônia Regina Fiorim. Inclusão Escolar e Deficiência Mental: Análise da Interação Social entre Companheiros. Estudos de Psicologia, v. 9, n. 1, pp. 101-111, 2004. Disponível em: http://www.scielo. br/pdf/epsic/v9n1/22386.pdf Acesso em: 10 jun. 2013.
  4. BERTAZZO, Joise Brum e MOSCHINI, Rosanita. Acompanhamento Terapêutico Escolar: o Atendimento a Alunos com Transtornos Globais do Desenvolvimento nas Classes Inclusivas. (2012) Disponível em: http://www.ucs.br/etc/conferencias/index.php/anpedsul/9anpedsul/paper/viewFile/1378/686 Acesso em: 09 jun. 2013.
  5. AYUB, Paula. Do Amigo Qualificado ao Acompanhante Terapêutico. Infanto – Revista de Neuropsiquiatria da Infância e da Adolescência, v. 2, n. 4, pp. 37-40, 1996. Disponível em: http://www.psiquiatriainfantil.com.br/revista/edico es/ed_04_2/in_10_08.pdf Acesso em: 09 jun. 2013.
  6. FONSECA, Kátia Bernardes da. Um Panorama Geral sobre o Acompanhante Terapêutico. (2011). Disponível em: https://siteat.net/bruna/ Acesso em: 13 jun 2013.
  7. GAVIOLI, Camille, et all. A Prática do Acompanhamento Educacional na Inclusão Escolar: do Acompanhamento do Aluno ao Acompanhamento da Escola. (2002) Disponível em: http://www.proceedings.scielo.br/scielo.php? pid=MSC0000000032001000300020&script=sci_arttext Acesso em 08 jun 2013.
  8. HECHT, Bruna. Acompanhamento terapêutico Escolar e Psicomotricidade: Possíveis Intersecções. (2013) Disponível em: https://siteat.net/bruna/ Acesso em: 09 jun. 2013.
  9. LERNER, Beatriz Dorfman. Nuevo Modo de Investigar en Psiquiatria: El Acompañamiento Terapéutico. Acta psiquiátrica y psicológica de América Latina, n. 30, pp. 21-28, 1984. Disponível em: http://www.focodh.com.br/files /Acta-Psiquiatr-Psicol-Am-Lat.-VOL-30-1-21-28-1984-AT.pdf Acesso em: 09 jun. 2013.
  10. LOPES, Renato Paula Vieira e MARCHEZAN, Reinoldo. O Envolvimento da Família no Processo de Integração/Inclusão do Aluno com Necessidades Especiais. (2000) Disponível em: http://coralx.ufsm.br/revce/ceesp/2000/01/ a3.htm Acesso em: 10 jun 2013.
  11. MACIEL, Maria Regina Cazzanga. Portadores de Deficiência: A Questão da Inclusão Social. (2000). Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/spp/v14n2/ 9788.pdf Acesso em: 10 jun 2013.
  12. NARDI, Marycels. O Acompanhamento Terapêutico como Ferramenta de Inclusão Social: Uma Reflexão. (2012) Disponível em: https://siteat.net/marycels/ Acesso em: 12 jun 2013.
  13. PAIVA, Daniel da Rocha. O Acompanhamento terapêutico no Contexto da reforma Psiquiátrica no Brasil. (2012) Disponível em: https://siteat.net/daniel/ Acesso em: 09 jun 2013.
  14. PEGORELLI, Ana Lucia de Camargo Barros. Um Acompanhamento Terapêutico na Escola: Seus Alcances e Possíveis Entraves. (2011) Disponível em: http://www.proceedings.scielo.br/scielo.php?pid=MSC00000000 32010000100006&script=sci_arttext Acesso em: 09 jun 2013.
  15. POTRICH, Laura Tomasini. Acompanhamento Terapêutico com Paciente Bordeline: Benefícios nesse Atendimento. (2013) Disponível em: https://siteat.net/laura-2/. Acesso em: 28 jun. 2013.
  16. SERENO, Deborah. Acompanhamento Terapêutico e Educação Inclusiva. Psyche, ano X, n. 18, pp. 16/-1/9, set/2006. Disponível em: http://www.aadom. org.br/wp-content/uploads/2013/04/v10n18a16.pdf Acesso em: 10 jun 2013.
  17. SERENO, Deborah. Acompanhamento Terapêutico e a Inclusão Escolar (2010) Disponível em: https://siteat.net/deborah-2/ Acesso em: 12 jun. 2013.
  18. SILVA, Alex Sandro Tavares da. A Psicologia tomando a ”Rua” como Setting: o “Fazer Andarilho”. 2003 . Disponível em: https://siteat.net/alex-4/ Acesso em: 09 jun 2013.

Nota:

* AT – Prática Acompanhamento Terapêutico; at – profissional acompanhante terapêutico.

Autora: Maria Luiza Silveira Braghirolli  – Graduanda em Psicologia na Faculdade de Psicologia (FAPSI) da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Porto Alegre, Brasil;  acompanhante terapêutico (at). Formação no “Curso de Capacitação em Acompanhamento Terapêutico” (CTDW). (51) 8149-0279. [email protected]

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