Acompanhamento Terapêutico e o conceito reichiano de auto-regulação social


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Autora:

  • Ana Celeste de Araújo Pitiá – Doutora e Mestra em Enfermagem – área Saúde Mental, pela EERP – USP. Terapeuta Corporal Neo-Reichiana formada pelo Instituto Lumen de Ribeirão Preto; Treinee em Análise Bioenergética pela Sociedade de Análise Bioenergética Lumen de Ribeirão Preto – SP; Formação de Acompanhamento Terapêutico. Clínica Ãnimus – Espaço Terapêutico. Rua Itacolomi, 466 – Alto da Boa Vista – Ribeirão Preto-SP. Fones: (16) 3911-1986 / 630-5598 (res.) / 9992-2676 (cel.). E-mail: [email protected]
  • Anais da 1ª Convenção Brasil Latino América, 4º Congresso Brasileiro e 9º Encontro Paranaense de Psicoterapias Corporais. Foz do Iguaçu: Centro Reichiano, Junho/2004.

Palavras chaves: Acompanhamento Terapêutico; auto-regulação; prática de saúde mental

O Acompanhamento Terapêutico (AT) trata-se de um tipo de prática clínica que percorre os espaços comunitários possíveis ao alcance do objetivo da ressocialização do cliente em dificuldades psicossociais. Será enfatizado aqui o conceito de auto-regulação social, criado por Wilhelm Reich, como uma proposta possível para se analisar os atendimentos que possam ser realizados pela clínica AT.
O enfoque é o da psicoterapia corporal investigando-se: de que maneira pode ser praticada a clínica do Acompanhamento Terapêutico, objetivando a auto-regulação social do cliente acompanhado? O objetivo: poder contribuir para a ampliação do campo de reflexão sobre a prática clínica do AT, como nova possibilidade de ação para o profissional da saúde, especialmente, neste trabalho, para enfermeiro de saúde mental.

TRAJETÓRIA HISTÓRICA DA CLINICA AT
O trabalho de Acompanhamento Terapêutico, enquanto uma função específica, surgiu na Argentina, na década de 70. experiência no tratamento de pacientes psicóticos em terapias de abordagem múltipla, na qual uma equipe multiprofissional se configurava no atendimento. (MAUER & RESNIZKY, 1987)
Nessa experiência, o acompanhante terapêutico (at) integrava essa equipe de abordagem múltipla. A idéia era abordar os pacientes em todos os aspectos de sua vida diária, tentando criar-lhes um meio ambiente terapêutico, em que o at participasse ativamente de diversos grupos a que pertenciam os clientes, visitando suas casas, conhecendo seus amigos, reunindo-se com diretores de escolas quando fosse oportuno. A equipe era formada por: terapeuta encarregado pela abordagem familiar; administrador psiquiátrico, que coordenava a tarefa médica, se necessário; terapeuta individual; terapeuta familiar; um ou mais acompanhantes terapêuticos. Poderiam ser incluídos professores especializados, quando o paciente já estivesse em condições de responder às propostas terapêuticas que lhe fossem formuladas. Essa abordagem era indicada para pacientes graves com tendência a interromper o tratamento. O trabalho prático do acompanhante terapêutico era assistencial, surgido da necessidade clínica voltada para pacientes para os quais as abordagens terapêuticas clássicas fracassassem ou como suporte dessas.
A Clínica de Vila Pinheiros, no Rio de Janeiro, foi a primeira instituição que utilizou a função do “auxiliar psiquiátrico” (futuro acompanhante terapêutico) para atendimento de pacientes diagnosticados como psicóticos. Funcionou desde 1969 até 1976. A equipe de “auxiliares psiquiátricos” era formada por estudantes de psicologia e medicina, ou pessoas interessadas em se profissionalizarem. Eram preparados por curso e estágio de 24 meses na própria clínica. Ofereciam assistência permanente, ou seja, 24 horas por dia. (EQUIPE DE ACOMPANHANTES TERAPÊUTICOS DO HOSPITAL-DIA A CASA, 1991)
A fundamentação da atividade do auxiliar psiquiátrico partia do princípio de que uma pessoa psiquicamente enferma, em sofrimento agudo, teria a necessidade, para se restabelecer, de uma atenção intensiva e personalizada, tecnicamente preparada, exercida coletivamente por uma equipe. Esse tipo de atendimento complementaria, então, os cuidados físicos, a utilização da farmacoterapia e os elementos tradicionais de enfermagem psiquiátrica, através de um acompanhamento criterioso dos pacientes, em que a relação afetiva interpessoal, nesse modelo de atendimento, assumia uma importância capital. Daí, porque o auxiliar psiquiátrico oferecia mais do que sua tradicional função baseada no tripé: proteção-vigilância-contenção, que caracterizava as instituições psiquiátricas clássicas. Essa característica, vincula-se hoje, a já estabelecida função do acompanhante terapêutico (at), enquanto função específica.
Nesse sentido, esse Acompanhamento Terapêutico a que se está referindo é aquele originário dos chamados “auxiliares psiquiátricos”, que se constituíram enquanto uma figura terapêutica que, em linhas gerais, consistia em “estar junto” com os pacientes durante o dia-a-dia de uma clínica psiquiátrica, visando constituir um “meio social terapêutico”, de acordo com o tipo de prática característico das chamadas “comunidades terapêuticas” (REIS NETO, 1995).
Um dos primeiros relatos do que se denomina hoje de Acompanhamento Terapêutico corresponde ao trabalho realizado por uma enfermeira psiquiátrica, na Suíça, em 1937. Ela foi treinada por uma psicanalista, para prestar assistência a uma de suas pacientes, que necessitava de uma intervenção em seu ambiente original. Impossibilitada de acompanhar a paciente em casa, além de ter percebido as insuficiências da psicanálise para aquele caso, a psicanalista suíça, baseada na técnica de “realização simbólica”, treinou a enfermeira. Assim, a paciente foi acompanhada diariamente, ao lado da continuidade do trabalho psicanalítico. O desfecho do tratamento se deu a partir do momento em que a paciente conseguiu conquistar uma vida reintegrada na sociedade (ANTONUCCI, 1994).
Na história brasileira do Acompanhamento Terapêutico, identificamos seus primórdios nos anos 60/70 e as influências político-ideológicas das reforma psiquiátrica e a tentativa de supressão dos manicômios na Europa Ocidental e Estados Unidos (SERENO, 1996).
Na década de 70, vindo da Argentina, a clínica AT chega ao Brasil, onde se estende ao longo do eixo Rio de Janeiro – São Paulo. Apresenta duas trajetórias: uma que passa por Porto Alegre e chega ao Rio de Janeiro, e outra que chega diretamente a São Paulo, vinculada ao que anteriormente era chamado de “amigo qualificado” argentino (EQUIPE DE ACOMPANHANTES TERAPÊUTICOS DO HOSPITAL-DIA A CASA, 1991).
O trabalho de AT permite que o profissional, em sua função de at, acolha o material psíquico do paciente de um lugar singular, onde a relação terapêutica se dá sem a privacidade das paredes institucionais, possibilitando o projeto de “invenção” de saúde e a reprodução social do paciente. O at acompanha o paciente pelas ruas da cidade, munido de um guia, de uma proposta terapêutica no ato e no movimento do corpo que interage no âmbito social.
“Acompanhamento terapêutico: prática de saídas pela cidade, com a intenção de montar um ‘guia’ que possa articular o paciente na circulação social, através de ações, sustentado por uma relação de vizinhança do acompanhante com o louco e a loucura, dentro de um contexto histórico.” (EQUIPE DE ACOMPANHANTES TERAPÊUTICOS DO HOSPITAL-DIA A CASA, 1991, p. 30)
No presente trabalho, a prática clínica do AT utiliza como guia o resgate da auto-regulação no social do sujeito em dificuldade, fundamentado teoricamente na psicoterapia corporal neo-reichiana. Nessa perspectiva, sobre conceito da auto-regulação, REICH (1981) nos diz que cada um de nós tem características pessoais adquiridas ao longo de sua história de vida, na qual as atitudes “naturais” são “espontaneamente sociais” na medida que contribuem na busca da qualidade de vida, ou seja, a busca do re-encontro com o seu processo vital.
CONSIDERAÇÕES SOBRE O CONCEITO REICHIANO DA AUTO-REGULAÇÃO
Na clínica AT o importante é aquilo que possa ser realizado pelo sujeito em dificuldades psicossociais, tendo em vista o que seja definido como construtivo e positivo para si. Isso conseqüentemente, repercutirá no ambiente social, na tessitura das relações interpessoais de sua vida cotidiana. O resgate da auto-regulação no social, então, pode ser associado à idéia de reinvenção, um meio de se re-fazer, re-construir e re-elaborar o cotidiano do sujeito em crise, com tudo o que lhe pertença como características e limitações pessoais (PITIÁ, 2002).
O termo auto-regulação é originário da biologia e é empregado como denominação do equilíbrio homeostático corporal, ou seja, a homeostase que é designada por “…reações fisiológicas coordenadas que mantêm a maioria dos equilíbrios dinâmicos do corpo…[são] complexas e peculiares aos organismos vivos…” (DANDOUN, 1991, p. 34).
O termo “regulação”, é entendido como um conjunto coordenado por mecanismos internos, utilizando espontaneamente energias específicas de todo organismo, conforme afirma DANDOUN (1991), em seu estudo sobre as idéias de Reich, justificando a origem da concepção biológica. Ou seja, a auto-regulação funciona em vários níveis
“…tanto no equilíbrio de massa ou macroscópicos, como altura e o peso do corpo, as proporções dos diferentes tecidos, a ‘estabilidade’ do meio interno etc, como nos parâmetros mais finos e frágeis, quase infinitesimais, como a gama inumerável dos metabolismos (cálcio, potássio, magnésio etc) ou as indispensáveis intervenções hormonais, vitamínicos, enzimáticas etc.).” (DANDOUN, 1991, p. 34)
Na sua construção teórica do conceito de auto-regulação, REICH (1981) assim se refere, de maneira crítica, à realidade social:
“Faz parte das atitudes naturais o ser espontaneamente social; e o ideal não é exatamente obrigar o sujeito a ser social pela supressão de impulsos criminosos. É óbvio para todos que é melhor e mais são não ter um impulso de violação, logo de início, do que ter de inibi-lo moralmente… minha afirmação de que a auto-regulagem é possível, está ao alcance da mão, e é universalmente exeqüível.”(p.162)
O trabalho em AT, que se dá no micro-espaço da relação acompanhante/acompanhado; possibilitará a ambos, acompanhante/acompanhado explorarem territórios “macroscópicos” como os da rua, ou o meio originário do cliente, em sua dinâmica e “metabolismo” circunscritos em sua realidade de vida.
O trabalho, então, da clínica AT, se constitui em uma prática que, em si, já se constitui investida no corpo do sujeito, portanto corporal, impressa na marca dos movimentos do corpo já no próprio ato de acompanhar. Acompanhar portanto, segundo o enfoque da psicoterapia corporal, é acompanhar o corpo do sujeito com dificuldades inscritas e repercutidas no social, as quais possam estar interferindo na sua relação com outras pessoas, porquanto esteja comprometida sua regulação individual.
DANDOUN (1991) refere que o princípio de auto-regulação é uma presença concreta, original e eficaz e, na sua construção teórica, REICH (1981)
“…descobre no indivíduo uma capacidade maior para autonomia, para realização de equilíbrios dinâmicos, flexíveis, uma melhor regulação – auto-regulação – de sua existência: no trabalho, no amor, nas relações com os outros; tudo acontece como se o afrouxamento da ‘couraça caracterial’ liberasse uma espécie de competência espontânea, uma aptidão para autodeterminar-se, aniquilada, atrofiada ou neutralizada pela influência das instituições sociais e dos modelos culturais.” (p. 35)
Nesse sentido, vejo que o trabalho em AT pode ter aqui uma possibilidade de atuação na direção desse objetivo terapêutico. Nessa prática clínica, o campo original de atuação profissional se dá, predominantemente, no contato direto com o indivíduo no social, lugar em que ele é considerado “louco” e, portanto, se encontra tolhido de seus direitos de cidadão. Sendo assim, é um indivíduo confinado, excluído ou reprimido em sua auto-expressão, comprometido por possíveis “inibições morais”. “A auto-expressão é a manifestação da existência individual.” (LOWEN, 1984, p. 91)
Dessa maneira, o objetivo terapêutico em favor do resgate social poderá ser conduzido na guia de uma intervenção que favoreça a busca pelo movimento pessoal, que foi inibido e tolhido de sua circulação no social. Nas saídas dos espaços consagrados à assistência psiquiátrica e nas perambulações pelas ruas acompanhante/acompanhado estarão explicitamente apresentando a individualidade de uma relação, na qual se explicita o sujeito em sua diferença e sua dificuldade.
O importante é que nesse processo de estar junto, seja materializada a busca pelo processo vital, ou seja, o resgate da auto-regulação social do cliente que possibilita a sua autonomia individual na interação social com os outros indivíduos, de maneira natural, para si, e histórica (REICH, 1981).
O contexto histórico no AT será o próprio espaço do cliente e as circunstâncias em que foi instalada sua dificuldade. Sua família constitui parte integrante desse processo, bem como sua forma de se relacionar com ela. Tudo isso associado ao contexto mais amplo da situação histórica circundante, que envolve seu bairro, sua cidade, estado e país.

A EXPERIÊNCIA CLINICA DO TRABALHO EM AT
Aqui está salientada a importância da sistematização desse tipo de atendimento clínico, campo em crescimento para a atuação do profissional de saúde. Este, necessita contar com preparo específico sobre essa abordagem terapêutica, além da supervisão profissional e psicoterapia pessoal do próprio terapeuta at. É imprescindível a capacitação dos profissionais de saúde que se identifiquem com essa atuação clínica.
Como forma de iniciar uma discussão e como resposta à pergunta: “de que maneira pode ser praticada a clínica do Acompanhamento Terapêutico, objetivando a auto-regulação social do cliente acompanhado”, enfatiza-se aqui a experiência da sistematização dos acompanhamentos sob o enfoque da psicoterapia corporal, ou seja, onde é possível ao terapeuta at olhar para “o como” o cliente traz suas dificuldades, anotando-as em um diário de campo e no manejo das próprias intervenções corporais nos atendimentos, a partir da utilização de técnicas da abordagem da psicoterapia corporal. Nesse sentido, essa maneira de olhar procura estabelecer uma relação mente/corpo a partir do estabelecimento da relação dos aspectos físicos corporais e os elementos do “o que” o cliente traz no conteúdo de sua fala sobre as próprias dificuldades.
A prática do AT, na medida em que transcorre exteriormente ao consultório/instituição e pode ser realizado em casa, na rua, cinema, shopping, escola, trabalho, ou outro local que a comunidade possa oferecer, tem como fundamento estar em constante conexão com o âmbito social, com os aspectos culturais e simbólicos nos quais o sujeito esteja inserido e convive cotidianamente, procurando resgatá-lo em sua inteireza humana, desenvolvendo aspectos sadios potenciais existentes no indivíduo, apesar de sua crise.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O caminho teórico apontado neste texto está voltado para uma discussão sobre um movimento inverso ao da exclusão, ou seja, o da inclusão. É um caminho pelo qual seja necessário o enfrentamento dos inúmeros percalços pelos quais o cliente esteja lidando durante o seu processo de saúde/doença. Daí o at, trabalhando terapeuticamente seu lado potencialmente sadio, poder contribuir na promoção de movimentos ‘inclusivos’ dentro da realidade circunstancial do indivíduo em dificuldade.
FOUCAULT (1993) quando se referiu à loucura como o “mundo da exclusão”, comentou sobre os meados do século XVII, como a época em que os “desviados” são banidos do convívio social, caracterizando esses excluídos como aqueles indivíduos que não estavam apropriadamente preparados para a nova ordem social que começava a se instaurar – o início da industrialização.
O Acompanhamento Terapêutico pode ser considerado como uma prática anti-segregação, em que se tenta minimizar os efeitos da estigmatização das pessoas em dificuldade pela própria forma de intervenção. Nesse contexto, essa prática busca propiciar uma maior autonomia para que os clientes possam conviver e se desenvolverem como sujeitos criativos no seu próprio meio social e urbano, apesar dos limites e dificuldades individuais – resgatando sua auto-regulação no social.
A necessidade de estruturas externas ao manicômio, para que se possa acompanhar o doente em sua nova relação com o social, converge com o processo da Reforma da Psiquiatria Democrática, com suas bases históricas assentadas na Itália e a desmontagem dos manicômios como a marca principal. Os portões foram abertos, modificando-se também as relações interpessoais na sociedade que se vê confrontada com as extremas diferenças dos indivíduos pertubados mentalmente. É importante relembrar esses aspectos, na medida em que, procurando o restabelecimento da relação do paciente com seu corpo e com a palavra, produzem-se novas relações e interlocuções possíveis. As mudanças instauradas procuraram restituir os direitos civis, reativando uma base de crédito para que o paciente possa aceder ao intercâmbio social (ROTELLI, 1990).
Na literatura e na prática em Acompanhamento Terapêutico, algumas diretrizes apontam para o suporte à clientela, que, em estados especiais ou em situações agudas, necessita lidar com suas dificuldades no meio social, ou seja: prevenir a cronificação e institucionalização, e buscar o resgate da cidadania e a não-alienação social; permitir a inserção do sujeito na coletividade, preservando suas diferenças individuais e potencialidades; propiciar momentos e espaços nos quais a pessoa possa realizar-se como sujeito ativo em seu meio social. O terapêutico seria “fazer-se cargo”, segundo ROTELLI (1990), de uma pessoa num espaço novo de vida, sem, no entanto, submeter o paciente a objetivos preestabelecidos.
O processo da Reforma Psiquiátrica nos oferece de imediato um campo de atuação bastante propício e aproximado do lugar do at. Acompanhar o cliente cotidianamente na trajetória de atendimentos, o profissional colabora na reinvenção do modo como o sujeito se relaciona no seu contexto social e familiar, os vários papéis utilizados, ou mesmo na criação de novos papéis que possam ampliar seu repertório para enfrentar as adversidades da vida. Os recursos próprios do meio urbano compõem o quadro da recriação de um projeto de saúde específico para cada caso. A ênfase é posta na pessoa e no resgate de sua cidadania.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ANTONUCCI, R. Terapias ressocializantes: o acompanhante terapêutico in: ASSUMPÇÄO Jr. F.B. Psiquiatria da infância e da adolescência. São Paulo, Santos, 1994. p.549-55.

DADOUN, R. – Cem flores para Wilhelm Reich – Editora Moraes, São Paulo, 1991 (tradução: Editora Moraes)

EQUIPE DE ACOMPANHANTES TERAPÊUTICOS DO HOSPITAL-DIA A CASA (Org.). A rua como espaço clínico: acompanhamento terapêutico. – Escuta, 1991, São Paulo.

FOUCAULT, M. História da loucura, São Paulo, Editora Perspectiva, 1993.

LOWEN, A. Prazer. Uma abordagem criativa da vida. Summus, 1984. (tradução: Ibanez de Carvalho Filho)

MAUER, S.; RESNIZKY, S. – Acompanhamento Terapêutico e Pacientes Psicóticos: manual introdutório a uma estratégia clínica. – Papirus, Campinas – SP, 1987. (tradução: Waldemar Paulo Rosa)

PITIÁ, A. C. A. Acompanhamento terapêutico sob o enfoque da psicoterapia corporal: uma clínica em construção. 2002. 153 p. Tese (Doutorado) – Escola de Enfermagem, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto.

REICH, W. A Função do Orgasmo Brasiliense, 1981. (tradução: Maria da Glória Novak)

REIS NETO, R. O. Acompanhante Terapêutico: trajetória histórica de uma prática em saúde mental no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 1995. 324p. Dissertação (Mestrado). Departamento de Psicologia, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

ROTELLI, F. A Instituição Inventada in: NICÁCIO, F. (org.) Desinstitucionalização. Hucitec, São Paulo, 1990.

SERENO, D. – Acompanhamento Terapêutico de pacientes psicóticos: uma clínica na cidade. São Paulo, 1996, 191p.Dissertação (Mestrado). Instituto de Psicologia, Universidade de São Paulo.

Artigo publicado no “Site AT” em 14/09/2004.

Supervisão em AT.

Acompanhamento Terapêutico e o conceito reichiano de auto-regulação social
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