Usando o brincar com jogos como ferramenta de trabalho do Acompanhamento Terapêutico com crianças portadoras do transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH)

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Resumo: o presente artigo tem a intenção de mostrar uma nova forma de trabalhar com crianças em período escolar que possuem o transtorno de déficit de atenção. Como vemos hoje em nossa sociedade existe um forte crescimento desse transtorno onde quem sofre é a criança que não consegue desenvolver aprendizados na escola. E devido aos diagnósticos feitos por profissionais da área da saúde e um abusivo uso de medicamentos em crianças e principalmente os de tarja preta. E para esse transtorno o uso excessivo do metilfenidato. A ideia é a de utilizar como método o Acompanhamento Terapêutico com crianças fora da escola e da clínica utilizando o lúdico (brincar) com jogos pedagógicos como uma possível forma de estimular a concentração, memorização, motricidade e diminuir também a ansiedade e com o tempo ir reduzindo o uso de metilfenidato de acordo com as progressões dessas crianças em Acompanhamento Terapêutico.

Palavras-chave: Acompanhamento Terapêutico (AT). Lúdico. Déficit de atenção.

Usando o brincar com jogos como ferramenta de trabalho do Acompanhamento Terapêutico com crianças portadoras do transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH)

Acompanhamento Terapêutico,

Introdução

Partindo da teoria do desenvolvimento cognitivo escrita por Jean Piaget (1940) na qual se subdividem em quatro estágios evolutivos do crescimento humano em ordem cronológica, mas em especial destaco para este artigo a fase infantil do desenvolvimento na qual chamamos de estagio operatório concreto que é  quando a criança  está entre seis e doze anos de idade. E nessa fase estão iniciando o período escolar e também, início da capacidade de utilizar a lógica, número, conservação de massa e noção de volume, operações matemáticas, gramática, capacidade de compreender e se lembrar de fatos históricos e geográficos, auto-análise, possibilidade de compreensão dos próprios erros, planejamento das ações, compreensão do ponto-de-vista e necessidades dos outros, coordenação de atividades, jogos em equipe e formação de turmas de amigos.

Esse conceito teórico vem de uma concepção de desenvolvimento dentro de uma normalidade estudada por Piaget, mas hoje em nossa sociedade muitas crianças de diferentes classes sociais são diagnosticadas com o transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) por psiquiatras infantis, psicólogos e pediatras.

As crianças em sua naturalidade estão sujeitas a ser agitadas, desatentas, impulsivas, se distraem muito fácil, na escola podem ter dificuldades de aprendizados, podem ser agressivas ou calmas.

“O transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) constitui um dos mais importantes transtornos do desenvolvimento dentre os problemas que afetam as crianças em suas relações com seu meio familiar, escolares e sociais” (CONDEMARÍN, MABEL, 2006, p.17 ).

Devido às grandes preocupações que os pais e professores e demais profissionais da área da saúde enfrentam com crianças portadoras de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) o artigo mostrará conceito do TDAH, para que as pessoas entendam melhor, e oferecer um tratamento terapêutico fora a medicação na qual a criança seja mais olhada em seus ambientes de convívio de forma mais natural possível sendo assistida por um profissional de Acompanhamento Terapêutico (acompanhante terapêutico), onde este profissional irá utilizar o brincar para ela e assim seja mais prazeroso o tratamento sem ela sofrer rótulos  de demais pessoas.

Como recurso de trabalho e atenção será usado nesse brincar jogos que estimulem desafios a essa criança em tratamento e que com o tempo ela sinta-se menos ansiosa, hiperativa e com maior concentração devido aos efeitos provocados pelo jogo Torre de Hanói de acordo com a prática dela em brincar.

1. Vinheta clínica

João Henrique era o primeiro filho de Luiza e Ricardo, quando João Henrique já estava com sete anos consumia mais as forças dos pais como na época em que ele era bebê e precisava acordar de madrugada para amamentá-lo, dar lhe banho, enfim, quando a atenção deles deveria ser totalmente direcionada àquele pequeno ser indefeso. Só que, agora, era diferente. Não era mais o fato de ser indefeso que demandava tanto a atenção dos pais. Ele não parava. Corria,pulava, chutava e quando estava sentado, remexia-se incessantemente, parecia não ouvir nada do que seus pais lhe diziam. O pior para os pais é que ele se metia vez por outra em atividades perigosas. Luiza e Ricardo já não sabiam dizer se ele realmente gostava de viver perigosamente já assim tão novo, ou se ele não avaliava muito bem as situações em que se metia. Mas, até o momento de entrada na escola, Ricardo achava que seu filho tinha esse temperamento difícil por causa da falta de pulso por parte da mãe.

Ou que então ela era realmente muito fraca, reclamava muito e se cansava mais facilmente que as outras mães.

Já tinha ouvido tantos comentários por parte de parentes, até mesmo do marido, que por fim concordou. Embora sempre permanecesse, lá no fundo, a certeza de que eles deveriam passar o dia inteiro com João Henrique para que soubessem do que ela tanto reclamava. Mas então, depois de ter matriculado ele na escola, ela pôde avaliar melhor seu filho, em comparação com as outras crianças. Estas realmente pareciam mais tranquilas, mesmo as consideradas temperamentais pelas outras pessoas.

Não demorou nada e logo começaram a surgir queixas sobre João Henrique. Indisciplinado para os professores, mal-educado para as outras mães e evitado pelos coleguinhas.

Seus trabalhinhos eram em grande parte malfeitos e incompletos, embora, em alguns momentos, fossem, impressionantemente, os melhores da classe. Seu desempenho era completamente imprevisível. Luiza mudou para uma escolinha melhor, na segunda série. Não se passou muito tempo, depois das primeiras confusões, a psicopedagoga do colégio chamou os pais para uma conversa: seu filho tinha todos os sintomas do Distúrbio do Déficit de Atenção com hiperatividade/impulsividade e precisa de acompanhamento médico especializado.

Após na escola a psicopedagoga ter falado aos pais sobre os sintomas de João Henrique da possível chance de João Henrique dele ter TDAH os pais resolveram confirmar se era verdade que o filho possuía tal transtorno, então o levaram a um psiquiatra infantil e de fato mesmo foi confirmado por ele que o menino era portador de transtorno de déficits de atenção com hiperatividade e prescreveu que o menino iniciasse a usar Ritalina (Metilfenidato) imediatamente.

2. Inicio do Acompanhamento Terapêutico

Observando o caso do João Henrique, notamos as sérias dificuldades que ele possui em seu meio familiar e escolar. Pois se destaca comportamentos anormais em seu cotidiano como: gostar de atividades perigosas, ter o temperamento difícil, indisciplinado na escola, mal comportado com os professores e colegas, solidão pelos colegas, trabalhos malfeitos, imprevisível com o desempenho escolar, ou seja, podendo ter notas altas ou baixa e grande hiperatividade.

Destacando esses sintomas podemos observar que João Henrique não está nada bem e que ele e sua família precisam de ajuda. E como ele frequenta o médico psiquiatra infantil e usa remédio de tarja preta diariamente, só a medicação não é necessária para o tratamento do transtorno de déficits de atenção com hiperatividade, podemos então somar ao tratamento do uso de medicação um plano terapêutico fora do consultório clínico que ele frequente, criando–se assim um plano terapêutico que na qual os pais também estejam incluídos e aproveitando sua casa para fazer dela um setting terapêutico.

Conforme Winnicott (2014, p.52) “a família está profundamente associada ao desenvolvimento da pessoa, pois é o primeiro grupo social que se relaciona com a estrutura do individuo. Sendo a família o primeiro grupo social de qualquer individuo ao nascer”.

Partindo do conceito da Clínica Peripatética elaborado por Antonio Lancetti (2006) “clínica praticada em movimento, fora dos espaços de reclusão convencionais com que se inauguram outras formas de engate terapêutico, bem como outras possibilidades de conexão…” (LANCETTI, 2006, p.12) podemos primeiramente elaborar o Acompanhamento Terapêutico com os pais do João Henrique e elaborar com eles observações periódicas de acordo com as possibilidades deles. A atenção dos pais é fundamental nessa construção com o menino. Como se trata de uma criança de sete anos e nessa fase o brincar é muito importante pois “é no brincar ,e talvez apenas no brincar,que a criança ou o adulto fruem sua liberdade de criação”.(WINICOTT, 1975, p.79).

 

 “O que quer que se diga sobre o brincar de crianças aplica-se também aos adultos; apenas a descrição torna-se mais difícil quando o material do paciente aparece principalmente em termos de comunicação verbal”… (WINICOTT, 1975, p.61).

 

Como ideia central, e uso do Acompanhamento Terapêutico, após as definições de brincar, agora podemos mostrar ao João jogos e brincadeiras pedagógicas que estimulem ele a raciocinar, a se desafiar perante a dificuldade proposta pelo brinquedo e com isso provocar novos estímulos em seu dia a dia para tratar o TDAH.

3. Torre de Hanói

Torre de Hanói é um exemplo de jogo sendo um “quebra-cabeça” que consiste em uma base contendo três pinos, em um dos quais são dispostos alguns discos uns sobre os outros, em ordem crescente de diâmetro, de cima para baixo.

O problema consiste em passar todos os discos de um pino para outro qualquer, usando um dos pinos como auxiliar, de maneira que um disco maior nunca fique em cima de outro menor em nenhuma situação.

O número de discos pode variar sendo que o mais simples contém apenas três.

A Torre de Hanói tem sido tradicionalmente considerada como um procedimento para avaliação da capacidade de memória de trabalho, e principalmente de planejamento e solução de problemas.

3.1. Histórias do jogo

A torre de Hanói, também conhecida por torre de bramanismo ou quebra-cabeças do fim do mundo, foi inventada e vendida como brinquedo, no ano de 1883, pelo matemático francês Edouard Lucas.

Segundo ele, o jogo que era popular na China e no Japão veio do Vietnã.

O matemático foi inspirado por uma lenda Hindu, a qual falava de um templo em Benares, cidade Santa da Índia, onde existia uma torre sagrada do bramanismo, cuja função era melhorar a disciplina mental dos jovens monges.

De acordo com a lenda, no grande templo de Benares, debaixo da cúpula que marca o centro do mundo, há uma placa de bronze sobre a qual estão fixadas três hastes de diamante. Em uma dessas hastes, o deus Brama, no momento da criação do mundo, colocou 64 discos de ouro puro, de forma que o disco maior ficasse sobre a placa de bronze e os outros decrescendo até chegar ao topo.

A atribuição que os monges receberam foi de transferir a torre formada pelos discos, de uma haste para outra, usando a terceira como auxiliar com as restrições de movimentar um disco por vez e de nunca colocar um disco maior sobre um menor.

Os monges deveriam trabalhar com eficiência noite e dia e, quando terminassem o trabalho, o templo seria transformado em pó e o mundo acabaria. 

3.2. O jogo e a proposta de atividades com a Torre de Hanói

O jogo consiste em uma base de madeira onde estão firmadas três hastes verticais, e certo número de discos de madeira, de diâmetros diferentes, furados no centro. Vamos chamar de A, B e C, as três hastes. No começo do jogo os discos estão todos enfiados na haste A, em ordem decrescente de tamanho, com o menor disco acima de todos. O objetivo é mover todos os discos, de A para C, obedecendo às seguintes regras:

1) Somente um disco pode ser posto de cada vez.

2) Um disco maior nunca pode ser posto sobre um disco menor.

Primeiramente deixamos João Henrique em contato com o jogo para que se familiarizem com as peças, com o jeito de encaixar os discos, isto é, o deixamos ele brincar livremente. Depois de feito isto e de ter contado a história do jogo, introduzimos as regras do jogo para João Henrique . Então passamos a acompanhar o desenvolvimento do jogo segundo as regras propostas. Para facilitar o trabalho podemos solicitar que ele tente transferir um disco da haste A para a haste C; depois dois discos e assim por diante segundo as regras, até um limite de, por exemplo, seis discos. Depois que dominarem os movimentos que devem ser feitos, podemos indagar se ele sabe quantos movimentos fizeram para transferir a torre de uma haste para outra, e se essa é a quantidade mínima de movimentos. Também podemos perguntar se há alguma estratégia de movimentação dos discos para obter essa quantidade mínima de movimentos. Observe que a solução só é possível quando n>1, usando a haste B como intermediária.

Para solucionar problema proposto – qual o número mínimo de movimentos que precisaremos fazer para alcançar o objetivo? Se o jogo só tivesse um disco, seria fácil movê-lo (segundo as regras!) de A para C. Para isso precisamos de apenas um movimento.

Para aumentar os desafios do jogo, aumente o número de discos e reduza tempo de movimentações. E para ter certeza de que está no caminho certo do jogo recomenda-se que seja feito um passo a passo a seguir.

  • 3 discos – 7 movimentos.
  • 4 discos – 15 movimentos.
  • 5 discos – 31 movimentos.
  • 6 discos – 63 movimentos.
  • 7 discos – 127 movimentos.
  • 8 discos – 255 movimentos.

E para níveis mais difíceis ainda:

  • 9 discos – 511 movimentos.
  • 10 discos – 1023 movimentos.
  • 11 discos – 2047 movimentos.
  • 12 discos – 4095 movimentos.

Podemos notar então, que o número somado é sempre o dobro do anterior, que já havia sido somado. Analisando mais atentamente a lista, temos que o resultado da quantidade mínima de movimentos é sempre 1 a menos do número que foi somado.

3.3. Ideias terapêuticas do jogo

Como podemos ver esse jogo é muito desafiador, e podemos relacionar ele com desafios matemáticos e muito alternativos para trabalhar com crianças na escola que possuem dificuldades de aprender.

Esse jogo pode ser uma ferramenta muito importante para uso do profissional do at (acompanhante terapêutico) para trabalhar com seus pacientes portadores do transtorno déficits de atenção com hiperatividade, porque ele estimula a concentração, motricidade, raciocínio lógico.

Ao praticar esse jogo e fora outros jogos de estratégias o acompanhante terapêutico pode proporcionar ao paciente fazer racionalizações e intimidar ele a propor estratégias em sua vida.

E essa prática de jogar e brincar são simples, mas por trás dela existem muitas definições teóricas tanto psicanalíticas como matemáticas. Por uma definição psicanalítica freudiana na qual.

 

 “…não hesitamos em supor que o curso tomado pelos eventos mentais está automaticamente regulado pelo princípio de prazer, ou seja, acreditamos que o curso desses eventos é invariavelmente colocado em movimento por uma tensão desagradável e que toma uma direção tal, que seu resultado final coincide com uma redução dessa tensão, isto é, com uma evitação de desprazer ou uma produção de prazer.”(FREUD, 1920, p.3)

 

“O brincar é a forma pela qual a criança vive e adquire experiência de vida.” (WINICOTT, 2014, p.59).

 

“De um ponto de vista não pré-concebido, fica-se a impressão de que a criança transformou sua experiência em jogo devido a outro motivo.” (FREUD, 1920, p.8).

 

Pelo ponto de vista lógico matemático podemos analisar o jogo pela teoria do jogo desenvolvida por John Forbes Nash (1950) na qual ele definiu como uma teoria matemática criada para se modelar fenômenos que podem ser observados quando dois ou mais agentes de decisão interagem entre si. Ela fornece a linguagem para a descrição de processos de decisão conscientes e objetivos envolvendo mais do que individuo.

O jogo tem um papel muito importante na sociedade, como passatempo, pois ele promove e estimula a socialização entre pessoas, através também de regras combinatórias, para uma criança com TDAH o jogo é uma forma  ela racionalizar e praticar novas regras de convívio.

Conclusão

Esse artigo nos mostra uma nova modalidade de tratamento para trabalhar com crianças portadoras de transtorno de déficits de atenção com hiperatividade, investindo naquilo que ela gosta de fazer, brincar, e através do brincar, produzir a ela novos aprendizados e regras diariamente, fazendo uma forte insistência  de trabalhar suas dificuldades.

O trabalho do Acompanhamento Terapêutico está em grande vigor, o de ajudar essas pessoas e proporcionar a elas um tratamento num espaço em que elas se sintam bem, sem sofrer constrangimentos e não serem mais rotuladas por frequentar uma clínica.  No caso se a ajuda for procurada num contexto tradicional de buscar tratamento, podemos também evitar deslocamentos dos pais sempre ao médico para tratar o paciente dependendo da situação que ele apresente.

Nosso trabalho visa à valorização do sujeito e evitar menos sofrimento a ele. E no caso clinico proposto no artigo de TDAH, provavelmente com o tempo essa prática de trabalho do Acompanhamento Terapêutico será possível reduzir a medicação usada devido aos avanços proposto pela ambiência terapêutica ao menino, pois a atenção dele estará focada em solucionar o jogo com mais peças sempre que desejável.

Referências bibliográficas

  1. MANOEL, Luís Ricardo da Silva. Torre de Hanói. Disponível em: < http://www.ibilce.unesp.br/Home/Departamentos/Matematica/labmat/torre_de_hanoi.pdf>. Acesso em 03/07/2014.
  2. FREUD, Sigmund. Além do principio do prazer. 1920. Imago editora.
  3. LANCETTI. A. Clínica Peripatética. Hucitec, São Paulo, 2006.
  4. WINNICOTT, D. W.O brincar e a realidade. Rio de janeiro, Imago editora, 1975.
  5. REVISTA, Grandes ícones do conhecimento – Psicanálise: Winnicott. São Paulo: Mythos Editora, 2014.
  6. CONDEMARIN, Mabel. Transtornos do déficit de atenção: estratégias para o diagnóstico e a intervenção psico-educativa. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2006.
  7. BEATRIZ, Ana. Mentes inquietas: entendendo melhor o mundo das pessoas distraídas,impulsivas e hiperativas. São Paulo: Editora Gente, 2003.
  8. PIAGET, Jean. A construção do real na criança. 2.ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1975.
  9. SARTINI, Brígida Alexandre; GARBUGIO, Gilmar; BORTOLOSSI, Humberto José; SANTOS, Polyane Alves; BARRETO, Larissa Santana. Uma introdução a teoria dos jogos. Disponível em: <http://www.uspleste.usp.br/rvicente/IntroTeoriaDosJogos.pdf> Acesso em: 01/07/2014.

 

Autor: Rafael Garcia Pereira – acadêmico de Psicologia (UNISINOS). Formado no “Curso de Capacitação em Acompanhamento Terapêutico” (CTDW). Fone: (51) 9696.3292. Email: [email protected]

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