Acompanhamento Terapêutico e a família do paciente


Você pode compartilhar agora?

Autora: Milene Fontana Furlanetto – Farmacêutica e Graduanda em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Formada no “Curso de Capacitação em Acompanhamento Terapêutico” da Comunidade Terapêutica D. W. Winnicott (CTW) de Porto Alegre, RS, Brasil. E-mail: [email protected]

 

RESUMO: O presente artigo faz uma breve revisão sobre a interação e importância do sistema familiar na vida do paciente e no tratamento com o acompanhante terapêutico. Tendo como base o reconhecimento de que uma leitura sistêmica da realidade implica no reconhecimento da multidimensionalidade do ser humano, busca-se através deste trabalho a possibilidade de visualizar o paciente na sua estrutura mais ampla e sistêmica e não somente individual, facilitando a compreensão, por parte do profissional, de movimentos internos e externos da família, facilitando assim que se crie um campo favorável tanto para a clínica do acompanhamento terapêutico quanto para a melhora do paciente.

 

PALAVRAS-CHAVES: Acompanhamento terapêutico, dinâmica familiar, leitura sistêmica.

 

1. INTRODUÇÃO

O Acompanhamento Terapêutico é um recurso fundamental em propostas de tratamento que visam resgatar a possibilidade de circulação das pessoas nos espaços (físicos e sociais), nos afetos, nas famílias, enfim, no cotidiano (CARVALHO, 2004).

A implicação da família ou rede de apoio é primordial para o andamento da prática do acompanhamento terapêutico. Muitas vezes a demanda parte da própria família, sendo assim o trabalho pode ficar reduzido ou até impedido caso não ocorra o envolvimento do profissional com familiares (TEIXEIRA, DENAME E BALDUINO, 1991).

Quando o AT recebe o paciente consequentemente está recebendo toda sua sistemática familiar junto o que exige grande responsabilidade, visto a intensidade da natureza deste trabalho. A situação do profissional dentro deste quadro é algo delicado. Não cabe a ele lidar diretamente com a família, não é esta sua função, mas seu contato com a família tem de ser “terapêutico”, sem que ele se torne o “terapeuta” dela (TEIXEIRA, DENAME E BALDUINO, 1991).

Sendo uma das propostas do trabalho de um acompanhante terapêutico a integração do paciente com seu cotidiano social e familiar, muitas vezes o profissional irá contatar e de certa forma se envolver com as pessoas que compõem a rede de relações deste paciente. Muitas vezes os sintomas do paciente refletem a dinâmica da estrutura familiar em que ele está envolvido, que necessita ser percebida pelo acompanhante para que o paciente possa ter um melhor prognóstico. Existe a possibilidade do trabalho do acompanhante terapêutico estender também sua influência a nível familiar (TEIXEIRA, DENAME E BALDUINO, 1991).

É importante ressaltar que toda tentativa de estabelecer os possíveis cenários familiares, comunitários e sociais, bem como os fenômenos orgânicos ocasionais ou constitutivos correlacionados ao adoecimento não passa de uma construção sobre um fenômeno que pode ter sido engendrado por inúmeras outras configurações (CARVALHO, 2004).

2. OBJETIVOS

O presente artigo tem como objetivo trazer uma revisão que permita esclarecer e informar profissionais e interessados sobre a clínica do acompanhamento terapêutico e a relação com os familiares do paciente.

 

 3. DESENVOLVIMENTO

3.1 A Clínica do Acompanhamento Terapêutico

Trata-se de uma modalidade de tratamento apta a responder a muitas das necessidades da vida contemporânea em termos de resgate da saúde e promoção da qualidade de vida. O acompanhante terapêutico participa concretamente de muitos momentos da vida do paciente (CARVALHO, 2004).

Tem como eixo central a não retirada do ser humano do convívio familiar e social. São os acompanhantes que buscam inserir-se nesse ambiente, junto com o paciente e sua família, procurando perceber e compreender as dificuldades que aparecem, buscando um trabalho de escuta e de estar com o paciente onde ele estiver (OLIVEIRA, 2006).

Essa forma de trabalhar, geralmente tem evitado internações psiquiátricas desnecessárias, já que na maioria das vezes o AT pode fazer uma intervenção sobre a situação crítica e tanto o paciente quanto sua família acabam se aliviando das tensões (OLIVEIRA, 2006).

Cabe destacar que o AT está diante de um contexto de desequilíbrio e de perturbação emocional. Assim, destaca-se a importância de o profissional estar estruturado e respaldado profissionalmente para lidar com essas situações-limite (OLIVEIRA, 2006).

É muito frequente observarmos o acompanhante intermediar a comunicação da rede entre os profissionais. Em geral, é ele que estabelece o contato, que demanda encontros, reuniões, discussões, que une os fios desses pontos geradores e sustentadores de movimento. Essa potência de articulação que o acompanhante possui, advém da liberdade de atuação da própria clínica do acompanhamento (MARINHO, 2006).

Não se trata apenas de uma prática realizada por profissionais em início de carreira e estudantes, ambos plenos de entusiasmo e disponibilidade para experiências desafiadoras. Mas acima de tudo, como um trabalho de clínicos experientes, baseado em formação sólida e aprimoramento constante (CARVALHO, 2004).

Sem querer criar escalas simplistas de hierarquia clínica, diria que enquanto para algumas pessoas a psicoterapia nos moldes tradicionais constitui o tratamento indicado, para outras, o Acompanhamento Terapêutico é o que traz possibilidades de renovação da vida (CARVALHO, 2004).

3.2 A dinâmica familiar

A família pode ser definida como um sistema formado por pessoas ligadas por uma relação de parentesco. Os sistemas possuem características que lhes são inerentes. Também podemos atribuir algumas delas à família ao entendê-la como um sistema (MAUER E RESNIZKY, 1987).

A família é um conjunto que tem uma propriedade que é algo mais do que o que se deriva da soma de seus membros. Dentro da família, a conduta de cada indivíduo está relacionada com a dos outros e depende dela. A modificação de um de seus integrantes induz a do resto e produz a passagem do sistema de um estado a outro (MAUER E RESNIZKY, 1987).

Segundo Mauer e Resnizky:

Os sistemas familiares podem ser entendidos como circuitos de retroalimentação. A relação entre as partes é de circularidade e, como consequência, a conduta de cada integrante afeta a de todos os outros e é afetada por eles. A retroalimentação pode ser positiva ou negativa. A primeira leva à perda de estabilidade e à mudança. A segunda, que caracteriza a homeostase, desempenha um importante papel no conseguir a manutenção do equilíbrio familiar. As famílias que funcionam com retroalimentação positiva não se esteriotipam nos seus intercâmbios, conseguindo deste modo modificar-se de acordo com as circuntâncias e afastar-se da repetição (1987:78).

O sistema familiar passa, imprescindivelmente, por momentos de desequilíbrio. As famílias normais se transformam, se reestruturam e se adaptam no curso do tempo, tentando encontrar, para cada nova etapa, o equilíbrio adequado que favoreça o crescimento mental e os vínculos entre seus membros. As famílias perturbadas, ao contrário, frente aos desequilíbrios naturais reagem com violência, tentando fazer com que o sistema volte ao modo de equilíbrio anterior (MAUER E RESNIZKY, 1987).

Todo sujeito se situa em um mito familiar. Esse mito delineia o lugar que ocupará no fantasma familial e lhe conferirá na vida os papéis determinantes advindos do lugar predestinado no desejo do Outro (MARINHO, 2006).

Pichón-Riviére foi um dos primeiros a compreender que o indivíduo doente é o emergente de um grupo familiar igualmente doente. Quando as tensões e os conflitos grupais se fazem muito intensos, pode-se produzir, por projeção, uma depositação massiça em um dos membros, que se converte assim em depositário de ansiedade global numa tentativa de preservação dos demais. A emergência de uma neurose ou psicose no âmbito familiar significa então que um membro deste grupo assume um “papel” novo na qualidade de porta-voz da doença grupal (BADARACCO, 1994).

A dinâmica subjacente será que o indivíduo adoece como uma forma de preservar o resto do grupo do caos e da destruição e pede ajuda (direta ou indiretamente) numa tentativa de resolver a situação (BADARACCO, 1994).

3.3 O acompanhante terapêutico e sua relação com a família do paciente

O universo de familiares de pacientes com transtornos mentais reflete uma realidade de preconceito e exclusão. Aproximar-se dessas famílias significa tomar contato com sentimentos de muita dor e sofrimento. Eles se sentem paralisados, fechados em um universo tenso, reduzido, espesso. Carentes de informação qualificada, perdidos e isolados, muitos se vêem obrigados a direcionar grande parte do seu tempo para o cuidado do parente doente. O investimento maciço nas tentativas de resolver o problema fazem com que esses indivíduos passem a organizar suas vidas em torno das vivências da doença (MELMAN, 2006).

A relação do acompanhante terapêutico com a família tem sido objeto de reflexão de muitos profissionais ao longo da história do Acompanhamento Terapêutico. O acompanhante é um elemento estranho que é inserido na intimidade do sistema familiar, nem sempre a partir de um consenso (CARVALHO, 2004).

A entrada do acompanhante no seio familiar gera sentimentos contraditórios em todos os envolvidos. Por um lado o acompanhante é recebido como quem vai ajuda-los a minimizar o sofrimento, por outro, ele é sentido, em muitas ocasiões, como ameaçador ou intruso, já que sua mera presença alardeia o lugar de dependência e cristalização da dinâmica familiar (MARINHO, 2006).

A família costuma sentir-se examinada, invadida ou espionada no seu ambiente natural podendo produzir diferentes reações defensivas.

Segundo Carvalho (2004),

Cabe ao acompanhante terapêutico a difícil tarefa de, além de se relacionar com o seu paciente, estar em contato com os demais membros da família e proceder aos ajustes necessários à sua participação em situações anteriormente reservadas apenas aos familiares, ou pessoas muito íntimas à família. Isso implica, por exemplo, em fazer escolhas que atendam às necessidades do paciente e do tratamento sem deixar de levar em conta as necessidades, limitações ou preferências dos outros membros da família. Para tanto, é fundamental uma compreensão da importância do sistema, tanto quanto dos aspectos subjetivos do paciente.

O lugar do acompanhante terapêutico na família vai sendo construído à medida que este consegue deixar claro a que veio. Que está ali para trabalhar com o paciente ancorado em uma referência externa que pode ser sua equipe, a instituição a qual está ligado, se for o caso, ou até mesmo os demais profissionais da rede (CARVALHO, 2004).

Quando o vínculo com o paciente vai se fortalecendo é comum ser percebido como um relacionamento ameaçador para os familiares, como se o laço entre o acompanhante terapêutico e paciente pudesse impedir outras relações (TEIXEIRA, DENAME E BALDUINO, 1991).

A transferência familial colocará o acompanhante em lugares onde a idealização de salvação ou o caráter destrutivo da completude ilusionaria entre os membros, serão colocados em xeque e permeará toda a sua intervenção na família (MARINHO, 2006).

Uma leitura sistêmica da realidade do paciente pode viabilizar uma compreensão que leva em conta todos os elementos implicados em seu adoecimento (CARVALHO, 2004).

Para tanto, faz-se necessário criar uma certa distância para podermos enxergar de maneira mais profunda e ampliada os fatos, as informações, as forças que compõe o campo em torno dos transtornos mentais e as relações com a família (MELMAN, 2006).

Consideramos, pois, o paciente e o resto da família como uma totalidade, sendo então a enfermidade uma emergência dela. É esta concepção que sustenta a abordagem terapêutica conjunta do paciente e de sua família (MAUER E RESNIZKY, 1987).

É importante compreender como se inscrevem os sintomas do paciente dentro da estrutura familiar e o que com estes está buscando expressar. Muitas vezes o sintoma adquire verdadeiro significado no contexto da história familiar. Segundo essa ótica, a enfermidade mental poderia ser considerada a expressão de um estilo de intercâmbio a nível do sistema familiar (MAUER E RESNIZKY, 1987).

Tal como afirmam Mauer e Resnizky:

O paciente adoece como uma estrutura individual e por sua vez como representante de uma estrutura familiar. É importante conhecer essa estrutura para que o paciente e a família sejam encarados como duas partes da mesma e porque não se podem compreender a fundo as peculiaridades de uma das partes sem coloca-la em relação com a outra. Devemos considerar o lugar especial e particular que ocupa o membro sancionado no seio da estrutura familiar (1987:75).

A tarefa do acompanhante com a família do paciente é árdua. Por um lado terá que ganhar confiança colocando-se como uma figura capaz de entender seus hábitos e códigos, somente assim poderá ser aceito na convivência cotidiana. Por outro lado, terá que deixar bem estabelecida sua integração à equipe terapêutica e sua identificação profunda com as regras de trabalho que implementa (MAUER E RESNIZKY, 1987).

O surgimento de relações competitivas pode indicar algum tipo de manipulação que evidencia as dificuldades familiares em suportar a vinculação do paciente com o acompanhante terapêutico, uma vez que este procura estabelecer com o paciente uma relação baseada nos aspectos saudáveis de sua personalidade. A família pode, então, tentar minar esta relação que está estimulando o crescimento e as mudanças do paciente com demandas que não são adequadas (TEIXEIRA, DENAME E BALDUINO, 1991).

Teixeira, Dename e Balduino (1991), chamam atenção para outro tipo de interferência que é a tentativa da família de se apropriar do trabalho do acompanhante e de sua atenção. Segundo os autores:

Em alguns casos percebemos que a família busca no acompanhante terapêutico um ponto de apoio para as suas dificuldades em lidar com o paciente e com a própria relação familiar. Nestes casos há maior possibilidade em compreender a necessidade de um atendimento familiar. É quase como se a requisição do acompanhante terapêutico fosse um pedido de ajuda, onde, de forma maios ou menos consciente, a família se reconhecesse também como problemática. Caberia, então, ao acompanhante terapêutico fazer indicações adequadas, orientando-a na busca de um tratamento (1991:172).

Muitas vezes a família deposita no acompanhante uma série de expectativas que não correspondem à realidade de seu papel dentro do contexto familiar. Na medida em que o profissional identifica os papéis que a família espera que ele assuma, poderá compreender a dificuldade vivenciada nestes papéis (TEIXEIRA, DENAME E BALDUINO, 1991).

Teixeira, Dename e Balduino afirmam que:

As demandas familiares, de um modo geral, demonstram que há medo e ansiedade em relação às mudanças que podemos promover, razão pela qual nossa atuação, além de levar tais elementos em conta, precisa ser marcada por um misto de firmeza e flexibilidade que possa deixar claro a possibilidade de mecanismos mais saudáveis de relação (1991:173).

É necessário que o acompanhante tolere e assimile as reações de descrédito, indiferença ou agressividade da família. Esta pode chegar a identificar e confundir a equipe terapêutica com o paciente, projetando sobre ele uma imagem denegridora. É imprescindível que o acompanhante compreenda que estas reações se incluem no contexto geral do tratamento. Evitará, deste modo, transformá-las em situações de aborrecimento ou disputa pessoal, que possam conduzi-lo a confrontos estéreis (MAUER E RESNIZKY, 1987).

A dificuldade intrínseca de inserir-se no meio familiar obriga o acompanhante terapêutico a uma atitude inventiva, que enseja uma reflexão contínua sobre o que ele provoca na complexa dinâmica de uma família, e sobre o que lhe é ofertado. A partir desta oferta, as frestas poderão ser abertas para que outras perspectivas de criação se vislumbrem (MARINHO, 2006).

Teixeira, Dename e Balduíno (1991), ressaltam a importância da postura, por parte do acompanhante, de aceitação dos limites e reconhecimento dos recursos que a família do paciente possui. Acreditam ainda que sem tal postura o acompanhante corre o risco de acrescentar elementos à manutenção de padrões rígidos de relação, o que significaria trabalhar no sentido de acirrar mecanismos defensivos ao invés de investir numa descristalização dos mesmos.

Compreender e aceitar os recursos e limites dos familiares do nosso paciente é abrir caminho para uma interação de maior abertura e proximidade, é trabalhar no sentido de favorecer um relacionamento menos defensivo e mais flexível entre nós e a família e entre o paciente e ela (TEIXEIRA, DENAME E BALDUINO, 1991).

A partir do momento que os vínculos entre o acompanhante terapêutico e paciente vão se fortalecendo e uma relação de confiança, carinho e cumplicidade se estabelece, o acompanhante tem a possibilidade de perceber contratransferencialmente os sentimentos do paciente e deve fazer desta percepção um instrumento para melhor compreender as relações de seu paciente e da família (TEIXEIRA, DENAME E BALDUINO, 1991).

Quando conseguimos estabelecer este tipo de relação, percebemos haver uma tendência a aceleração dos processos porque a atuação do acompanhante terapêutico está ocorrendo ao nível da estrutura mais ampla e não apenas no nível individual do paciente (TEIXEIRA, DENAME E BALDUINO, 1991).

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

A clínica do acompanhamento terapêutico tem demonstrado ao longo dos anos sua importância junto as modalidades de recursos para pessoas com algum tipo de sofrimento mental. No entanto, assim como ocorre nas outras modalidades, o acompanhamento terapêutico deve estar sempre embasado em formação sólida e aprimoramento constante, para que se evite possíveis danos ao profissional, ao paciente e a todo contexto social em que este se relaciona.

Todo indivíduo é um ser multidimensional e faz parte de um contexto sócio-familiar. Sabemos pela própria natureza do trabalho do acompanhamento terapêutico que as questões sócio-familiares e questões individuais do paciente podem acabar se misturando assim como movimentos internos familiares podem atrapalhar o desenvolvimento do trabalho. Cabe ao acompanhante terapêutico compreender os sentimentos subjacentes às demandas familiares para que possa elaborar as estratégias de atuação mais eficientes.

A psicoterapia familiar paralela e psicoterapia individual podem ser de relevante importância na medida em que todo o sistema poderia modificar-se no sentido de um equilíbrio menos patológico.

5. BIBLIOGRAFIA

  1. CARVALHO, Sandra. Acompanhamento Terapêutico que clínica é essa? São Paulo: Annablume, 2004. 149 p.
  2. MAUER, S. K.; RESNIZK, S. Acompanhantes terapêuticos e pacientes psicóticos: manual introdutório a uma estratégia clínica. Campinas: Papirus, 1987.
  3. OLIVEIRA, J. C. R. A prática clínica do AT na orientação familiar. In: SANTOS, R. G. (Org.). Textos, texturas e tessituras no acompanhamento terapêutico. São Paulo: Instituto A Casa/Editora Hucitec. 2006. 194 p.
  4. MARINHO, D. Das teias familiares à encarnação da águia. In: SANTOS, R. G. (Org.). Textos, texturas e tessituras no acompanhamento terapêutico. São Paulo: Instituto A Casa/Editora Hucitec. 2006. 194 p.
  5. TEIXEIRA, A.P.; DENAME, D.; BALDUINO, R.C. O Acompanhamento Terapêutico e um enfoque humanista das relações familiares. In: EQUIPE de acompanhantes terapêuticos do hospital dia “A Casa”. A rua como espaço clínico. São Paulo: Escuta, 1991.
  6. MELMAN, J. Família e doença mental: Repensando a relação entre profissionais de saúde e familiares. São Paulo: Escrituras Editora, 2006. 160p.
  7. BADARACCO, J. E. G. Comunidade Terapêutica Psicanalítica de estrutura multifamiliar. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1994. 288p.

Acompanhamento Terapêutico e a família do paciente
Você Pode Avaliar Agora?

Você pode compartilhar agora?

Ficamos felizes quando você escreve aqui!