Atuação do Psicólogo no Acompanhamento Terapêutico (AT): Acompanhante Terapêutico (at)

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Atuação do Psicólogo no Acompanhamento Terapêutico (AT): Acompanhante Terapêutico (at)

Resumo:

Este artigo intenta contribuir para a divulgação da prática do Acompanhamento Terapêutico e refletir sobre a importância da atuação do psicólogo nesse contexto.

Serão usadas as siglas AT para Acompanhamento Terapêutico e at para acompanhante terapêutico.

Palavras-chave: Acompanhamento Terapêutico, Psicologia.

 

Atuação do Psicólogo no Acompanhamento Terapêutico (AT): Acompanhante Terapêutico (at): Introdução

Refletindo sobre o sofrimento psíquico e as inúmeras dificuldades que encontram as pessoas acometidas por algum tipo de psicopatologia, dificuldades essas que podem ser um simples escovar os dentes ou a alienação total de si mesmo, pensava que seria necessário alguém que “segurasse pela mão” a pessoa para que ela reagisse, para que atuasse em prol de sua saúde e aderisse a um tratamento.

Pensava nos casos em que, mesmo com tratamento psicológico/psiquiátrico, o indivíduo sozinho, na sua casa, no seu cotidiano, não possui motivação ou condições para auxiliar a si mesmo.

De uma forma bastante inusitada, a partir do relato de um jovem com esquizofrenia, vim a conhecer a existência de uma prática já bastante antiga, embora pouco conhecida – o Acompanhamento Terapêutico, que atua justamente assim: pega a pessoa pela mão para auxiliá-la em suas dificuldades. Descobri que é possível sair das quatro paredes de uma clínica ou consultório para atuar no quotidiano do indivíduo, na recuperação de sua autonomia, auxiliando-o na ressignificação de si mesmo.

 

O Acompanhamento Terapêutico

Acompanhamento Terapêutico (AT) é uma prática que busca auxiliar aqueles indivíduos que, de alguma forma, estão impossibilitados de gerir a própria vida a melhor se apropriarem dela a partir de interações e estratégias no seu cotidiano (SILVA, 2003). É exercido preferencialmente por profissionais da saúde, como psicólogos, enfermeiros, terapeutas ocupacionais, de forma autônoma ou vinculados a alguma clínica de saúde, médicos ou psiquiatras. Nesse contexto há grande número de estudantes das áreas da saúde, em que destaco a psicologia, buscando capacitação e atuando como acompanhantes terapêuticos em parceria com profissionais já graduados, em equipe multiprofissional. Os profissionais que mais requisitam o trabalho do acompanhante terapêutico são psiquiatras e psicólogos (LONDERO; PACHECO, 2006).

Prática que intervém no cotidiano do paciente, o AT teve origem na busca de reconfiguração dos tratamentos psiquiátricos tradicionais, tendo hoje espaço de atuação em outras áreas além da saúde mental (ANTÚNEZ; BARRETO; SAFRA, 2011) devendo ser entendido como uma prática cuja exterioridade vai além do deslocamento físico, mas que redimensiona a subjetividade do sujeito ao oferecer-lhe uma nova forma de ver o ambiente que o cerca (PELLICCIOLI, 1998). O AT ainda alcança dimensões políticas uma vez que questiona e relativiza o entendimento estereotipado e desqualificador acerca do sofrimento psíquico (SILVA, 2003).

O surgimento da psicologia, dos hospitais dia, das comunidades terapêuticas, da psicofarmacologia, da reforma psiquiátrica e luta antimanicomial possibilitaram o alívio do sofrimento de pacientes enclausurados em manicômios com a investigação das patologias e suas terapias adequadas, hospitalizações parciais, tratamentos mais humanos, alívio de sintomas e a busca de um novo olhar sobre a loucura. Esses eventos geraram a demanda de cuidados especializados aos “doentes” em tratamento fora das instituições, além de melhor instrumentalizar o profissional que passou a se ocupar dessa tarefa (SILVA, 2012).

Com o transcorrer de ações antimanicomiais em diversos contextos e instituições no Brasil, o Acompanhamento Terapêutico foi tomando destaque, deslocando-se do “fazer” em busca do “saber”. A autonomia foi ganhando força na medida em que foi se desvinculando da subordinação de clínicas e médicos psiquiatras para a “rua”, atuando interdisciplinarmente numa troca de conhecimentos e experiências (GUERRA; MILAGRES, 2005). O AT tornou-se uma prática privilegiada em saúde mental, intervindo clinicamente em espaços não convencionais, promovendo assim a inclusão do “sujeito psicótico” nos espaços públicos (OMIZZOLLO, 2011; NARDI, 2012).

A prática do AT permite múltiplas possibilidades de atuação (CRUZ, 2011), ainda assim o tratamento de pacientes com psicopatologias graves como os transtornos psicóticos é a maior demanda (SILVA, 2003; LONDERO; PACHECO, 2006). Dentre essas possibilidades pode-se dar como exemplo o tratamento da depressão, da bipolaridade, do Transtorno do Pânico, do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, da dependência química, do autismo, da Síndrome de Down, do transtorno de personalidade borderline, etc. O AT também é viável em qualquer contexto não patológico em que o indivíduo necessite de auxílio para lidar com algum tipo de conflito.

Muitas das atividades desenvolvidas no Acompanhamento Terapêutico são não convencionais sob o ponto de vista da clínica, uma vez que o setting terapêutico é móvel, flexível, possibilitando o contato direto com o cotidiano do paciente, permitindo assim uma melhor compreensão de seus conflitos e o resgate de sua autonomia. A mobilidade do AT é justamente o que permite esse resgate, uma vez que é nos pequenos afazeres diários que o indivíduo vai ressignificando a compreensão de si mesmo e do ambiente, e o acompanhante é quem dá o suporte para isso (OLIVEIRA, 2011).

Figueiredo e Segal (1998) referem-se ao Acompanhamento Terapêutico como prática auxiliar à psicoterapia no que tange às limitações do atendimento em consultório. Lampert (1998) entendem o AT como uma modalidade de intervenção psicoterapêutica. Para os autores, a prática objetiva trabalhar com o paciente a interação social retirando-o do circuito doença-sofrimento. Brandalise e Rosa (2009, p. 4) referem o Acompanhamento terapêutico como “uma das intervenções clínicas mais eficazes no processo de reabilitação psicossocial e de desinstitucionalização”.

As razões que conferem ao AT uma forma eficaz de reabilitação psíquica e social residem no fato de que o inusitado encontrado fora do consultório suscita as mais diferentes necessidades de atuação do indivíduo, mobilizando suas potencialidades. Isso reconfigura sua subjetividade, seu olhar para si e para o exterior, transformando-o (PORTO; SERENO, 1991). Segundo Ribeiro (2002), o tratamento de pacientes psicóticos em meio aberto, fora dos hospitais, interfere positivamente na evolução da doença, limitando a cronicidade, além de diminuir a marginalização com as possibilidades de inserção social.

O AT é uma estratégia que alcança dificuldades que os pacientes possuem e que não são observadas ou resolvidas no consultório. Acompanhar pacientes inseguros em tarefas como andar de ônibus ou ser suporte em momentos de extrema angústia como numa ideação suicida são exemplos de intervenção do acompanhante, e que se amplia com o entendimento de que o sofrimento psicológico está além da patologia, mas tem origem nas condições de vida e relações sociais (BRANDALISE; ROSA, 2009). Para os autores o AT vai além da cura por promover qualidade de vida e autonomia aos pacientes. Isso é compreensível uma vez que se sabe que muitas psicopatologias não possuem ainda cura, mas com tratamento psicoterápico e medicamentoso é possível se manter estabilidade e funcionalidade.

 

Capacitação do Acompanhante Terapêutico

Pitiá e Santos (2006) mostram que a preocupação com a formação teórico-prática do acompanhante terapêutico enfatiza como preponderantes a terapia pessoal e a supervisão dos atendimentos. Há, ainda, uma preocupação com a formalização e limites da atuação do acompanhante.

Londero e Pacheco (2006) constatam divergências no entendimento de psiquiatras e psicólogos quanto a área de conhecimento mais adequada à prática de AT, o que pode ser explicado pelo fato dessa profissão não ser regulamentada, tampouco privativa de uma área de conhecimento.

Esses profissionais entendem que pode atuar nessa prática qualquer profissional da saúde, não necessariamente da área “psi”, referindo a Terapia Ocupacional e a Enfermagem. Pitiá (2012) corrobora esse entendimento referindo que o acompanhante terapêutico não está vinculado a uma profissão em particular, mas que a prática se aproxima ou mesmo tangencia a formação de origem do profissional.

No que tange à psicologia, o Acompanhamento Terapêutico não se prende a referenciais teóricos (SIMÕES; KIRSCHBAUM, 2005; PITIÁ; FUREGATO, 2009; PITIÁ, 2012). Londero e Pacheco (2006) referem que a prática do AT teve seu início sob o referencial psicanalítico, e que a terapia cognitivo comportamental tem sido muito utilizada.

Tendo em vista esses fatores, Pitiá e Furegato (2009) referem que o acompanhante precisa de uma qualificação para atuar profissionalmente devido às complexidades do AT. Essa qualificação não necessariamente precisa se referenciar em uma teoria para a compreensão do paciente, mas sim abarcar as complexidades que as intervenções exigem.

Pitiá (2012) considera que quanto mais amplos forem os referenciais teóricos que embasem a prática, mais ampla será a compreensão do indivíduo e as intervenções em seu auxílio. A autora ressalta que muito da formação do at está na sua experiência, na vivência junto a seus acompanhados e que isso não deve ser minimizado diante de qualquer teoria que o profissional busque.

Para Cabral (1998), qualquer profissional que se habilite a trabalhar em saúde mental como Acompanhante Terapêutico precisa “mergulhar” no mundo do paciente. Mais do que passeios e novas ambientações, é necessário ouvir o que o paciente tem a dizer buscando a compreensão de seu mundo propondo novas configurações, sem normatizá-lo, e sim respeitando sua singularidade.

Como reflexão sobre o conhecimento e estudo da prática de AT, Chauí-Berlinck (2012) refere que, embora os estudos teórico-práticos advindos do movimento antimanicomial, os cursos de psicologia não atendem de forma satisfatória essa perspectiva social em seus projetos pedagógicos. Assim propõe a inserção do ensino da prática do AT nesses cursos para melhor instrumentalizar os psicólogos para o contexto da inserção psicossocial.

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Trabalhar com Acompanhamento Terapêutico requer uma formação bastante sólida e ampla devido aos diferentes tipos de intervenções exigidas e pelo inusitado que o cotidiano pode oferecer.

Para além de embasamento teórico, é necessário mente aberta e preocupada em compreender o sofrimento psíquico por todos os vieses possíveis a fim de dirimi-lo.

Como at eu não poderei olhar meu cliente apenas por um ângulo. Se assim for, o inusitado tratará de me contrapor – “decifra-me ou devoro-te”. Felizmente esse é o pensamento que permeia a prática de psicólogos at.

A bibliografia pesquisada para este artigo é praticamente toda de autoria de psicólogos acompanhantes terapêuticos e há muito mais material publicado por profissionais com essa formação em livros e sites de conteúdo científico.

Isso demonstra a dimensão da atuação de psicólogos no AT e demonstra a preocupação em compartilhar vivências e pesquisas para a construção de saberes e divulgação dessa ferramenta terapêutica.

Penso que para se conseguir um resultado mais profundo na reabilitação de indivíduos em sofrimento psíquico a psicologia possui grande vantagem devido à gama de conhecimentos que abarca em sua formação.

E se penso que a psicologia clínica deve andar de mãos dadas com outros profissionais da saúde, no caso do AT mais ainda, entendendo que para essa prática a comunhão com outros saberes, mais do que necessária, é vital.

Por fim, faço eco ao pensamento de Chauí-Berlinck (2012) reclamando o Acompanhamento Terapêutico na grade curricular dos cursos de Psicologia pela importância dessa prática na reabilitação psicossocial do indivíduo.

 

REFERÊNCIAS

  1. ANTÚNEZ, A. E. A; BARRETO, K. D.; SAFRA, G. Acompanhamento terapêutico: contribuições de Ninkowski. In: ANTÚNEZ, A. E. A. (Org.). Acompanhamento terapêutico: casos clínicos e teorias. 1. ed. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2011. p. 13-19.
  2. BRANDALISE, F., ROSA, G. L. Velhas Estradas, Caminho Novo: Acompanhamento Terapêutico no Contexto da Reforma Psiquiátrica. Cad. Bras. Saúde Mental, v. 1, n.1, jan./abr. 2009.
  3. CABRAL, K. V. Algumas asserções sobre a identidade do acompanhante terapêutico. In: PELLICCIOLI, E. et al. Cadernos de AT: uma clínica itinerante. 1. ed. Porto Alegre: Grupo de Acompanhamento Terapêutico Circulação, 1998. p. 25-37.
  4. CHAUI-BERLINCK, L. O acompanhamento terapêutico e a formação do psicólogo: por uma saúde humanizada. Arquivos Brasileiros de Psicologia, Rio de Janeiro, v. 62, n. 1, p. 90-96, abr. 2010. Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1809-52672010000100010&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em 3 jun. 2013.
  5. CRUZ, M. S. Vazio e presença viva: reflexões sobre a experiência de um acompanhamento terapêutico. In: ANTÚNEZ, A. E. A. (Org.). Acompanhamento terapêutico: casos clínicos e teorias. 1. ed. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2011. p. 161-178.
  6. GUERRA, A. M. C.; MILAGRES, A. F. Com quantos paus se faz um acompanhamento terapêutico?: contribuições da psicanálise a essa clínica em construção. Estilos da clínica, São Paulo, v. 10, n. 19, dez. 2005. Disponível em: <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-71282005000200004&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em 25 mai. 2013.
  7. LAMPERT, R. M. et al. Um lugar para o acompanhamento terapêutico (AT) no “mundo psi”. In: PELLICCIOLI, E. et al. (Org.). Cadernos de AT: uma clínica itinerante. 1. ed. Porto Alegre: Grupo de Acompanhamento Terapêutico Circulação, 1998. p. 83-86.
  8. LONDERO, I.; PACHECO, J. T. B. Por que encaminhar ao acompanhante terapêutico? Uma discussão considerando a perspectiva de psicólogos e psiquiatras. Psicol. estud. [online], v.11, n.2, p. 259-267, 2006. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413-73722006000200004&script=sci_arttext>. Acesso em: 27 mai. 2013.
  9. NARDI, M. O Acompanhamento Terapêutico como ferramenta de inclusão social: uma reflexão. Monografia (Curso de Capacitação em Acompanhante Terapêutico) – Comunidade Terapêutica D. W. Winnicott, Porto Alegre, 2012. Disponível em: <https://siteat.net/marycels>. Acesso em: 25 mai. 2013.
  10. OLIVEIRA, R. L. A. Setting no acompanhamento terapêutico. Monografia (Curso de Capacitação em Acompanhamento Terapêutico) – Comunidade Terapêutica D. W. Winnicott, Porto Alegre, 2011. Disponível em: <https://siteat.net/renata>. Acesso em: 3 jun. 2013.
  11. OMIZZOLLO, P. Acompanhante terapêutico para dependentes químicos: terapia cognitivo-comportamental como coadjuvante neste tratamento. Monografia (Curso de Capacitação em Acompanhante Terapêutico) – Comunidade Terapêutica D. W. Winnicott, Porto Alegre, 2011. Disponível em: <https://siteat.net/poliana>. Acesso em: 3 jun. 2013.
  12. PELLICCIOLI, E. Considerações sobre a prática do acompanhamento terapêutico. In: __________. et al. (Org.). Cadernos de AT: uma clínica itinerante. 1. ed. Porto Alegre: Grupo de Acompanhamento Terapêutico Circulação, 1998. p. 39-43.
  13. PITIA, A. C. A. Acompanhamento terapêutico: modelo de atenção psicossocial e sua dimensão do cuidado integral ao ser humano. In: SILVA, A. S. T. da (Org.). E-Book AT: Conexões Clínicas no Acompanhamento Terapêutico. 1. ed. Porto Alegre: Edição do autor, 2012. p. 237-254.
  14. ___________; FUREGATO, A. R. F. O Acompanhamento Terapêutico (AT): dispositivo de atenção psicossocial em saúde mental. Interface, Botucatu, v. 13, n. 30, set. 2009. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-32832009000300007&lng=pt&nrm=iso>.  Acesso em 17 mai. 2013.
  15. ___________; SANTOS, M. A. O acompanhamento terapêutico como estratégia de continência do sofrimento psíquico. Rev. Eletrônica Saúde Mental, Álcool e Drogas (ed. port.) [online], 2006, v.2, n.2, p. 1-14, 2006. Disponível em: <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?pid=S1806-69762006000200008&script=sci_arttext>. Acesso em: 3 mai. 2013.
  16. PORTO, M.; SERENO, D. Sobre acompanhamento terapêutico. In: Equipe de Acompanhantes Terapêuticos do Hospital-Dia A Casa (Org.). A rua como espaço clínico: acompanhamento terapêutico. 1. ed. São Paulo: Escuta, 1991. p. 23-31.
  17. RIBEIRO, T. C. C. Acompanhar é uma barra: considerações teóricas e clínicas sobre o acompanhamento psicoterapêutico. Psicol. cienc. prof., Brasília, v. 22, n. 2, p. 78-87, jun. 2002. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-98932002000200010&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 18 mai. 2013.
  18. SEGAL, J., FIGUEIREDO, A. L. Indicação e expectativas do trabalho do acompanhante terapêutico. In: PELLICCIOLI, E. et al. (Org.). Cadernos de AT: uma clínica itinerante. 1. ed. Porto Alegre: Grupo de Acompanhamento Terapêutico Circulação, 1998. p. 79-82.
  19. SILVA, A. S. T. da. A Psicologia tomando a “rua” como setting: o “fazer andarilho”. In: JACQUES, W. C. A. et al. (Org.). Histórias e Memórias de Psicologia: Trabalhos premiados no concurso comemorativo dos 40 anos de regulamentação da profissão de Psicólogo no Brasil. Porto Alegre: CRP – 7º Região, 2003. p. 73-86.
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  21. SIMÕES, C. H. D.; KIRSCHBAUM, D. I. R. Produção científica sobre o acompanhamento terapêutico no Brasil de 1960 a 2003: uma análise crítica. Rev Gaúcha de Enfermagem, Porto Alegre, v. 26, n. 3, p. 392-402, dez. 2005. Disponível em: <http://seer.ufrgs.br/RevistaGauchadeEnfermagem/article/view/4569>. Acesso em 7 mai. 2013.

Autora: Giane Pontes Pereira – acadêmica do Curso de Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS); arquivista pela Universidade Federal de Santa Maria, formação no Curso de Capacitação em Acompanhamento Terapêutico (CTDW).

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