O transtorno obsessivo-compulsivo e as vantagens da inserção do acompanhante terapêutico


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Resumo: o Acompanhante Terapêutico (AT) é uma modalidade de atendimento terapêutico, que surge nos anos 60 e chega ao Brasil por volta dos anos 70 como uma prática que vem se aprimorando com o passar do tempo, hoje se configura como uma ferramenta no tratamento das doenças psíquicas. O AT vem suprir uma necessidade do paciente auxiliando-o na retomada de sua vida cotidiana, resgatando seu relacionamento com a família e se colocando como um agente facilitador de sua reinserção na sociedade, ou seja, auxiliando na sua reabilitação psicossocial, resgatando a cidadania, a dignidade do paciente, não somente, daqueles excluídos e recolhidos em clínicas psiquiátricas, asilos e manicômios, mas também daqueles que transformaram suas casas e seus quartos em verdadeiras prisões domiciliares. O AT não exclui as formas tradicionais de tratamento tais como a internação e a ministração de remédios, porém auxilia na leitura do real quadro de saúde do paciente, na sua evolução ou estagnação. Incorporando o AT, ao tratamento de transtornos psíquicos, como o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), apropriando-se da técnica da terapia cognitivo-comportamental indicada para estes tipos de doenças são evidentes as chances de cura e diminuição dos sintomas do TOC. O AT se tornou uma alternativa economicamente viável, em comparação a outros tipos de internações clínicas. O exercício do AT tem sido absorvido por estudantes de graduação e recém-formados, também estão sendo contratados profissionais e técnicos de outras áreas da saúde como terapeutas, fisioterapeutas, psicólogos, psiquiatras, etc.

Palavras-chave: Transtorno Obsessivo-Compulsivo. Técnicas. Acompanhante Terapêutico.

The Obsessive-Compulsive Disorder AND THE ADVANTAGES OF INTEGRATION OF THERAPEUTIC SITTER.

 

Abstract: The Companion Therapy (AT) is a form of therapeutic treatment, which appears in the 60 and arrives in Brazil for around 70 years as a practice that has been improving as time passes, now takes shape as a tool in the treatment of diseases psychic. The AT comes to supply a need of the patient assisting in the recovery of their everyday lives, restoring their relationship with family and posing as a facilitator for their reintegration into society, in other words, assisting in their psychosocial rehabilitation, rescuing citizenship, the dignity of the patients, not only, excluded and gathers in psychiatric clinic, nursing homes and asylums of those clinics, but also those who have transformed their houses and their rooms in real prisons. The AT does not exclude traditional forms of treatment such as hospitalization and the administration of medicines, but assists in reading the actual picture of the patient’s health in its evolution or stagnation. Incorporating the AT, the treatment of psychological disorders, such as obsessive-compulsive disorder (OCD), appropriating the technique of cognitive behavioral therapy indicated for these types of diseases are apparent cure rates and decrease the symptoms of OCD. The AT has become an economically viable alternative in comparison to other types of clinical admissions. The exercise of the AT has been absorbed by graduate students and recent graduates, professionals and technicians are also other areas such as health therapists, physiotherapists, psychologists, psychiatrists being hired, etc.

Keywords: Obsessive-Compulsive Disorder. Techniques. Therapeutic companion.

Acompañamiento Terapéutico, Acompanhamento Terapêutico

O transtorno obsessivo-compulsivo e as vantagens da inserção do acompanhante terapêutico.

INTRODUÇÃO

O artigo apresenta uma breve explanação da origem do acompanhante terapêutico e sua definição, conceitua aspectos importantes do trabalho desenvolvido por este profissional e como ele se enquadra no tratamento de pacientes com transtorno obsessivo compulsivo. Apresenta o estudo de caso realizado na Clínica Pinel na cidade de Porto Alegre (RS) com um paciente do sexo masculino, nominado como F., acompanhado pelo período de dois meses e meio pela estudante graduanda do curso de Psicologia da Instituição FADERGS acompanhada e supervisionada pelo Dr. Edilson Pastore da Clínica Pinel, sugere como base teórica e prática a aplicação da técnica da terapia cognitivo-comportamental no atendimento AT, técnica indicada para pacientes com obsessões ou compulsões.

 

ORIGENS DO ACOMPANHANTE TERAPÊUTICO

A prática do Acompanhamento Terapêutico (AT) tem suas origens na década de 1960, momento em que as áreas responsáveis pela saúde mental começam a questionar a efetividade dos tratamentos e das internações nas instituições hospitalares da época: ao submeter o paciente a um tratamento medicamentoso e de reclusão isolando-o do convívio social, da família, tolhendo sua autonomia e liberdade, seriam estes métodos terapêuticos realmente eficazes que devolveriam o estado de lucidez ao paciente, ou simplesmente o manteriam asilado e adoecido, encarcerado numa instituição?

O AT nasce da insurgência de movimentos que eclodiram na Inglaterra, Itália e França que criticavam e se contrapunham ao pensamento da época, começou a se procurar formas concreta e teóricas de se articular uma nova forma de pensar a psiquiatria, mudando a relação médico-paciente, e as estruturas hospitalares, de instituições fechadas para instituições abertas que se comunicassem com a sociedade, tendo como premissa o pressuposto de levar o paciente a uma reinserção social.

A influência destes movimentos chegou ao Brasil, em meados da década de 70; o atendente terapêutico, não com esta denominação, passa a ser solicitado na função de auxiliar psiquiátrico, atuando em clínicas como a Clínica Pinel em Porto Alegre (RS) e Vila Pinheiro (RJ), mesmo após o declínio e fechamento das comunidades terapêuticas, seu trabalho continuou sendo procurado por terapeutas e familiares, como uma alternativa à internação. Primeiramente identificados como “amigo qualificado”, posteriormente identificados nominalmente como acompanhantes terapêuticos. (Barreto, 2000, p.19-20)

A Reforma Psiquiátrica Brasileira começou no final da ditadura militar entre os anos 1975 e 1985, foi um movimento que se somou a luta da sociedade brasileira contra da ditadura e foi influenciado por movimentos que criticavam o modelo manicomial praticado na Europa tais como o movimento antipsiquiátrico inglês, o movimento da desinstitucionalização pleiteado pela psiquiatria democrática italiana e o movimento da psicoterapia institucional francesa.

 

 

CARACTERÍSTICAS DO ACOMPANHANTE TERAPÊUTICO

O Acompanhante Terapêutico se caracteriza por ser um agente de saúde; por dispor tempo para atendimentos intensivos; por apresentar um custo econômico reduzido; por exercer trabalho destinado geralmente a pacientes psiquiátricos, por ser realizado em ambientes abertos (ruas, praças, clubes, etc), por atuar junto ao paciente inserido na rotina do cotidiano deste; e também por atuar junto à família do paciente.

A demanda por estes profissionais em AT vem sendo suprida, e assumida, muitas vezes por estudantes ou por profissionais recém-formados na área da saúde, nesta condição muitas vezes dependendo do caso o acompanhante se encontra amparado por profissional, minimizando as possíveis implicações de suas limitações enquanto terapeuta iniciante.

O AT se posiciona como um suporte para ajudar o acompanhado a alcançar seus objetivos terapêuticos, por meio do reestabelecimento de suas conexões com o mundo circundante, para que assim possa, por si mesmo, fazer as trocas sociais demandadas pelas suas necessidades visando seu bem estar.

Ir ao supermercado, ao banco, à padaria, à lanchonete, procurar um emprego, fazer compras, estudar, realizar uma atividade artística ou lúdica, são exemplos de ações cotidianas acompanhadas pelo AT que mobiliza o resgate destas ações na vida do paciente, bloqueadas pela dificuldade instaurada na pessoa em função do seu quadro de adoecimento mental, para as quais ela necessita de ajuda.

O significado destas ações cotidianas é trazido pelo profissional em AT, durante os atendimentos, o que exige um nível de maturidade profissional, e dedicação deste sujeito, pois alguns mecanismos de interação com o paciente são subjetivos dependem da capacidade deste, de ter uma atitude interpretativa, de observar, de reunir detalhes, usando sua sensibilidade e atenção; muitas vezes a comunicação com o mundo psicológico do paciente se dá de forma silenciosa e por atitudes, não somente pela conversa.

O desafio do atendente terapêutico é apreender constantemente, a como lidar com vários tipos de situações, propor alternativas, que fluam no âmbito da reconstrução do eu do paciente, servindo de apoio nas crises, e é em meio à proteção do setting terapêutico, que se constitui na própria relação entre o AT e o acompanhado.

Segundo Balvedi (2003), o trabalho do AT geralmente se destina a casos psiquiátricos e/ou neurológicos como: psicoses, autismo, esquizofrenia, transtornos de humor, transtornos somatoformes, transtornos ansiosos, transtorno obsessivo compulsivo, reação a estresse grave e transtornos de ajustamento, transtornos alimentares, deficiência intelectual, paralisia cerebral, demências, TDAH, dependentes químicos, casos geriátricos, alterações no desenvolvimento infantil e na adolescência etc. Contudo, dificuldades encontradas no trabalho no setting terapêutico também definem tal intervenção, as quais seriam, segundo Vianna e Sampaio (2003), a dificuldade de acesso à dinâmica familiar, bem como de locomoção até o consultório.

Os atendimentos podem ocorrer uma, duas ou mais vezes por semana e com uma a três horas de duração, geralmente é realizado na casa do acompanhado, no seu bairro, em lugares escolhidos pelo paciente ou sugeridos pelo acompanhante.

 

ACOMPANHANTE TERAPÊUTICO: DEFINIÇÕES

Segundo Berger (1997), o AT é uma clínica preocupada em romper o isolamento dos sujeitos psicóticos deficientes e outros que nos demandam. Clínica que acontece fora dos aparelhamentos tradicionais de tratamento, que se dá na interface do acompanhante, do acompanhado e da cidade, clinica da cidade.

Segundo Barreto (1997), o acompanhamento terapêutico é um procedimento clínico que busca potencializar essa dimensão simbólica do cotidiano de um sujeito auxiliando-o a recuperar ou estabelecer aspectos objetos ações que o constituam e que o ajudam a se inscrever de uma forma simbólica na realidade compartilhada.

 

CONCEITUALIZAÇÃO DO TRANSTORNO OBSESSIVO-COMPULSIVO

De acordo com Cordioli (2008), o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) pode apresentar vários sintomas, sendo, por isso, considerado heterogêneo. Trata-se de um transtorno psiquiátrico grave, classificado pela APA (American Psychological Association) entre os transtornos de ansiedade, ao lado das fobias (fobia social e específica), do transtorno de pânico e da ansiedade generalizada. Entre seus sintomas estão os comportamentos obsessivos e compulsivos.

Obsessões são pensamentos ou impulsos que invadem a sua mente de forma repetitiva e persistente. Podem ainda ser cenas, palavras, frases, números, músicas etc. Sentidas como estranhas ou impróprias, geralmente são desagradáveis, pois, são acompanhadas de medo, angústia, culpa desconforto, nojo ou desprazer. O indivíduo, no caso do TOC, mesmo não desejando ou considerando tais pensamentos absurdos, impróprios ou ilógicos, não consegue afastá-los ou suprimi-los de sua mente. (CORDIOLI, 2008, p. 12).

Conforme Cordioli (2008), os comportamentos obsessivos mais comuns são a preocupação excessiva com sujeira, com contaminação, com simetria, exatidão, com sequência, com ordem, pensamentos ou cenas violentas, economia, religião, pensamentos supersticiosos, pensamentos que o indivíduo não consegue afastar da cabeça, etc.

Já os comportamentos compulsivos mais comuns são os de lavagem, limpeza, verificações, contagens, acúmulo, coleção, repetições, confirmações, tocar, olhar, bater de leve, raspar, estalar os dedos ou articulações, etc.(CORDIOLI, 2008).

 

ESTUDO DE CASO

O paciente que participou deste estudo de caso será nomeado como F. Ele é brasileiro, tem 34 anos, solteiro e não tem filhos. Nasceu no interior do Rio Grande do Sul e atualmente reside em Porto Alegre. F mora com a mãe e com o avô. O paciente não trabalha, completou o ensino superior, mas atuou pouco como advogado. F relata: “por motivo da doença não consigo trabalhar, não consigo chegar no horário tenho os meus rituais” (sic). É católico não praticante e não lembra a última vez que entrou em uma igreja. F é financeiramente dependente da família.

Conforme relato de F, sua primeira internação foi em 29/12/2013; tinha 33 anos na época e vinha se sentido ansioso: “Eu tenho diagnóstico de TOC, ideias obsessivas e compulsivas sabe o que é isso?” (sic). O paciente comenta que nesta primeira internação, havia parado com a medicação subitamente: “por uma semana surtei com sintomas como de contaminação, irritabilidade, agressividade e não estava conseguindo dormir” (sic).

Ele narra que durante a internação, se sentiu protegido na clínica, não tinha medo de contaminação: “Aqui eu consigo controlar um pouco os meus pensamentos” (sic). Na clínica, o paciente tem os remédios no horário, sendo que em casa F diz que se esquece de tomá-los, “às vezes sou meio relapso” (sic).

O paciente afirma que na sua primeira internação chegou muito ansioso, mas com o passar dos dias foi se acalmando, e quando teve a sua alta em 22/01/2014, estava bem melhor, estava conseguindo controlar seus pensamentos e comportamentos. F conta que iniciou um tratamento psicoterápico, mas não deu certo: “não adianta esta terapia cognitivo comportamental no meu caso não funciona, não sei mais o que fazer com esta doença” (sic).

Depois da sua última internação F descreve que passou bem, mas no último mês que antecedeu a sua internação, estava com dificuldade para uso regular das medicações. Relata que começou a sentir que os sintomas de contaminação e simetria estavam piorando e que estava se sentindo desanimado. Descreve irritabilidade, agressividade contra objetos, mas nega agressividade contra terceiros.

No momento da internação F disse estar calmo, mas inquieto. Conta que nos últimos dias houve um desgaste na relação com sua mãe e avô, e os dois saíram de casa com temor da interrupção por conta própria dos medicamentos. F diz: “meu avô tem dificuldades inerentes a sua idade, não tolero a sua falta de higiene e tenho medo de contaminações, não consigo comer nada naquela casa, evito os lugares aonde sentam e comem” (sic). A família de F optou pela internação mesmo sendo voluntária.

O cunhado de F o acompanhou na internação e detalhou para o médico que o acompanha, todo o quadro que F vinha apresentando desde a última internação. Atualmente F utiliza os seguintes medicamentos: Lítio 600mg, Lexapro 30mg, (há dois meses), Nizoral creme, Socian 50mg, Visken, Stilnox 210mg.

 

A PRÁTICA DO AT E O PACIENTE COM TOC

No caso de F. o diagnóstico estabelecido foi o crônico, necessitando de acompanhamento psicoterápico e farmacológico. Para que o paciente permaneça em tratamento se faz necessário o uso contínuo dos medicamentos e consultas regulares, para fins de revisão medicamentosa e psicoterápica.

A atuação do AT depende das particularidades de cada caso e deve ser alinhada aos objetivos buscados na psicoterapia. Porém, em linhas gerais, o AT acompanha o cliente em suas tarefas diárias, servindo de modelo e apoio para que os objetivos traçados em sessão sejam alcançados no ambiente extra consultório.

A terapia mais eficaz para o TOC é a terapia cognitivo-comportamental. Nessa terapia, o terapeuta conduz o paciente na identificação e manejo daquelas situações que causam ansiedade e o fazem realizar atos compulsivos. A terapia irá prevenir a resposta de TOC. Parte da exposição é feita no consultório, a outra parte é feita em casa, com tarefas a serem realizadas entre as sessões. A terapia cognitiva – comportamental é muito eficaz, em especial para os pacientes que sofrem de compulsões. (CARLAT, 2007).

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A prática da terapia cognitivo-comportamental usada em conjunto ou não com prescrição medicamentosa, tem se mostrado uma técnica eficaz no tratamento de vários transtornos obsessivos, neste sentido a intervenção do profissional do AT durante o tratamento não só em momentos de crise, colabora positivamente para a melhora do quadro clinico deste paciente, em função deste ter a oportunidade de intervir no cotidiano do paciente, projetando atividades, programando ocupações e interações sociais com o meio externo e com familiares do acompanhado, estas práticas vão além daquelas alcançadas pelo médico e restritas ao ambiente da instituição psiquiátrica.

A prática do Acompanhamento Terapêutico (AT) vem se consolidando. Cada vez mais, profissionais são requisitados e procurados para desempenhar esta clínica.

A prática do AT não exclui a internação e nem o acompanhamento por médicos terapeutas, psicólogos ou psiquiatras, mas é uma modalidade de clinica com uma proposta diferente, porém não menos eficaz que as propostas tradicionais, sua diferença está principalmente no contexto do ambiente e do lugar, o tratamento do TOC em pessoas que sofrem desta doença, se encaixa na proposta da clínica AT porque o tratamento envolve exposição, enfrentamento de situações-problemas, retomada de tarefas cotidianas, ou seja, o acompanhado necessita de experiências de avivamento social. Interagir é a palavra de ordem do AT, interagir com o meio, interagir com a família, com os amigos, com os colegas de trabalho, voltar a ter razão para viver este é o esforço do trabalho do AT, fazer com que o paciente nasça para a vida constrangendo-o a isso através do seu acompanhar.

A clinica AT é um campo fértil para este tipo de experimentação, a atenção do AT está voltada para o progresso, a continuidade do tratamento com foco no resultado prático através dos efeitos na vida diária do paciente junto à família, junto ao trabalho, mediante as trocas sociais conquistadas pelo acompanhado.

Estas experiências e seus efeitos podem ser relatados e compartilhados com o médico de forma genuína pelo AT, esta interlocução jamais seria possibilitada sem a prática do AT, que neste caso, torna-se uma ferramenta de diagnóstico nas mãos dos médicos. Sob esta ótica o profissional do AT atinge um patamar de valor como profissional e como agente de saúde, propulsor da cura do paciente.

A imobilidade dos tratamentos tradicionais por vezes pode levar ao agravamento do quadro clinico e consequente abandono do tratamento por parte do paciente, deixando familiares aborrecidos e fatigados com a situação. A falta de progresso desestimula a todos, pacientes e familiares, que acabam aceitando viver uma vida miserável, reféns da doença, gerando um quadro irreversível de dor e sofrimento para o paciente que fica abandonado a sua própria sorte.

 

REFERÊNCIAS

  1. ANTÚNEZ, A. E. A. (Org.) Acompanhamento Terapêutico: casos clínicos e teorias. 1ª ed. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2011.
  2. BALVEDI, C. Acompanhamento Terapêutico: a terapia no ambiente do paciente. In: ___BRANDÃO, M. Z.et al. (Org.). Sobre Comportamento e Cognição: A história e os avanços, a seleção por consequências em ação. Santo André – SP: ESETec Editores Associados, 2003. cap. 25.
  3. CARLAT, D. J. Entrevista Psiquiátrica. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2007.
  4. CHAUI-BERLINCK, L. Novos andarilhos do bem: caminhos do acompanhamento terapêutico. –Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2012.
  5. CORDIOLI, Aristides, Vencendo o transtorno obsessivo-compulsivo: manual de terapia cognitivo comportamental para pacientes e terapeutas. 2ª edição. Porto Alegre: Artmed, 2008,256 p.

 

Autora: Eliete da Silva Gonçalves – formação no curso de capacitação em Acompanhamento Terapêutico – AT (CTDW). Graduanda em Psicologia pela Faculdade de Desenvolvimento do Rio Grande do Sul (FADERGS); cel.: (51) 9979.6386 e-mail: [email protected] Professor ministrante do Curso de AT: Dr. Alex Tavares.

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