O Acompanhante Terapêutico no Contexto Escolar


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SUMÁRIO

1- Introdução.
2 – Revisão Bibliográfica.
2.1 – O Acompanhante Terapêutico.
2.2 – O Acompanhante Terapêutico Escolar.
2.3 – Observação e Mapeamento da Escola.
2.4 – O papel da Escola nos dias de Hoje.
3 – Considerações Finais.
4- Referências Bibliográficas.

 

RESUMO

O Acompanhante Terapêutico é um profissional do campo da saúde que desempenha seu ofício dentro ou fora de determinada instituição, cujo setting terapêutico desses profissionais, é o espaço da vida diária de seus pacientes. O presente trabalho tem como objetivo realizar uma breve revisão bibliográfica da atuação do Acompanhante Terapêutico na área escolar, principalmente no que diz respeito à inclusão de alunos com necessidades especiais.

Palavras-Chave: Acompanhante Terapêutico Escolar, AT Escolar, Escola, Educação, Inclusão.

 

ABSTRACT

The Therapeutic Companion is a professional in the health field who plays his trade in or out of a particular institution whose therapeutic setting these professionals, is the space of the everyday lives of their patients. The present study aims to conduct a brief literature review of the performance of Escort Therapy on school grounds, particularly with regard to the inclusion of students with special needs.

Key Words: Accompanying Therapeutic School, AT School, School, Education and Inclusion.

 

Sitio Acompañamiento Terapéutico

 

O Acompanhante Terapêutico no Contexto Escolar

 

1. INTRODUÇÃO: O ACOMPANHAMENTO TERAPÊUTICO NO CONTEXTO ESCOLAR

Inicialmente, o Acompanhante Terapêutico – AT – foi requisitado por profissional da psiquiatria para ter uma grande diminuição de internações, ou seja, devido a uma grande decorrência de movimentos antimanicomiais, onde vários profissionais ATs revezavam-se para um atendimento de determinado paciente.

O Acompanhante Terapêutico é uma modalidade que vêm marcando o ambiente por onde esse profissional transita. O diferencial do profissional que trabalha como Acompanhante Terapêutico é o seu atendimento em diversos settings, não somente no consultório clássico, ou seja, esse profissional insere-se em diferentes áreas como a rua, hospitais, cinemas, na casa de pacientes, na escola, entre outros ambientes, sem criar raízes.

O presente trabalho abordará o papel do profissional AT no meio escolar, atuando como uma pedagogia cultural a favor da escola para a inclusão de alunos com necessidades especiais ou não, buscando, gradativamente, a permanência e o direito de educação dessas crianças e adolescentes.

Portanto, percebe-se que o AT Escolar tem um grande papel no ambiente escolar, já que ele irá trabalhar para auxiliar os alunos com necessidades, ajudando o acompanhado a se organizar em suas tarefas, estimulando assim a imaginação e criatividade de seu paciente, proporcionando a ele mais confiança para exercer determinada tarefa escolar e pessoal.

 

 

2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

 

2.1. O Acompanhante Terapêutico

O Acompanhante Terapêutico é um profissional do campo da saúde que desempenha seu ofício dentro ou fora de determinada instituição, cujo setting terapêutico é o espaço da vida diária de seus pacientes, ou seja, seu atendimento ocorre fora do setting terapêutico clássico, prática essa que ocorre, nos mais alterados espaços. (HECHT, 2013).

De acordo com Braghirolli (2013), normalmente são profissionais da área da saúde que exercem a função de Acompanhante Terapêutico (AT), cuja intervenção e objetivo desses profissionais “constitui-se na tríade acompanhar, esperar e questionar”.

Conforme Pitia (2004), o Acompanhante Terapêutico vai ao encontro do paciente, seja esse encontro em qualquer ambiente passível de segurança para ambos, como a casa do paciente e/ou a rua, proporcionando ao paciente seu amparo psicológico. Dessa forma, o AT poderá instituir o máximo de autonomia no sujeito em questão, para que este possa se desenvolver cada vez mais como sujeito no meio em que está inserido, sabendo respeitar seus limites e necessidades.

Para Neto, Pinto e Oliveira (2011), não basta apenas dizer que o Acompanhamento Terapêutico ocorre somente na rua ou na casa do paciente, como seria um “tratamento familiar”, pois o AT é um atendimento que passa por diferentes lugares sem se fixar. Ainda nas ideias dos autores citados anteriormente, o “movimento AT junto ao sujeito acompanhado é uma parte fundamental desse tipo de atendimento, à qual vem somar-se a escuta clínica que, em seus diferentes matizes, está presente em todo tipo de psicoterapia”. p.31.

Conforme a autora Hecht (2013), o Acompanhante Terapêutico passa a servir de ego auxiliar, ou seja, o AT ajuda o paciente a “receber, identificar e responder” os mais variados estímulos.

Dentro das ideias da autora citada anteriormente, Pitia e Santos (2006) contribuem afirmando que, conforme os sujeitos vão se sentindo abrangidos e compreendidos, esses podem reconstituir a sua própria autoestima; assim, esses sujeitos irão recuperar a confiança em sua própria cultura, ou seja, onde estão inseridos. Dessa forma, o AT irá contribuir cada vez mais para uma melhor qualidade de vida desses sujeitos.

Com base nas afirmações anteriores, pode perceber-se que o profissional da saúde que atua como Acompanhante Terapêutico (AT) é um colaborador de uma equipe multifuncional composta por médicos, psicólogos, psiquiatras, psicopedagogos, fonoaudiólogos entre outros profissionais, participando, esses ATs, do cotidiano do paciente, convívio esse que leva o profissional a ter certa intimidade nas rotinas de seus pacientes.

Com a construção do vínculo entre paciente e AT, o profissional também será inserido no convívio das rotinas das famílias de seus pacientes, onde o acompanhante poderá observar como a família e pacientes se comportam em determinado ambiente, onde esses se inserem, podendo assim constatar, analisar e até mesmo colaborar nas interpretações de outros profissionais que estão em atendimento com esse paciente.

Portanto, podemos perceber que o AT é um facilitador para a reinserção desses sujeitos no meio cultural em que vivem, pois esses profissionais restabelecem os direitos dos indivíduos em tratamento nos serviços públicos e dispositivos sociais, contribuindo para uma melhor promoção do bem-estar desses pacientes e gerando uma visão ampliada e democrática no panorama de “trocas do acompanhado” que está em busca de melhores condições em suas atividades diárias. (NARDI, 2012), (BRAGHIROLLI, 2013).

 

2.2. O Acompanhante Terapêutico Escolar

Conforme já visto no capítulo anterior, o Acompanhante Terapêutico vai além da rua, ele se apresenta em diversos ambientes como na casa de pacientes, cinemas, parques, escolas, casa de longa permanência, na cultura/sociedade, enfim na vida cotidiana do acompanhado.

Nessa perspectiva, Nardi (2012) aponta que é uma maneira do AT estar em contato e desfrutar das condições sócio-históricas nas quais o sujeito paciente está inserido, promovendo assim uma transformação na forma como o acompanhado irá lidar com a realidade.

Um dos espaços que o AT pode atuar é no espaço Escolar, onde esse profissional tem como seu objetivo principal a inclusão do paciente no ambiente escolar, seja ele portador de necessidades especiais/psicológicas ou não.

Nesse contexto, no que diz respeito à psicologia no tratamento de crianças/adolescentes com dificuldade de aprendizagem, como déficit de atenção, ou algum outro transtorno que a equipe escolar não tem conhecimento adequado para integrar esses sujeitos no meio escolar, surgem diferentes formas terapêuticas que ultrapassam o consultório psicológico. Para Hecht (2013), da união dessas duas ideias, clínica e educação, surge o Acompanhante Terapêutico Escolar.

Atualmente em algumas escolas da rede particular e públicas de ensino, o Acompanhante Terapêutico está sendo usado como um auxiliar no que se diz respeito ao processo educacional de crianças com distúrbios. Algumas instituições de ensino, preocupadas com esse processo de ensino aprendizagem, vêm trabalhando com projetos focados na inclusão desses alunos com deficiência ou transtorno global do desenvolvimento, propondo que o trabalho do AT seja de um agente facilitador nesse processo de inclusão no espaço escolar. (PEGORELLI, 2010).

Nesse pressuposto, o profissional AT irá cunhar melhores condições para essas crianças, para que venham a frequentar e ter benefícios do processo educativo. (ASSALI, 2006).

Para Braghirolli (2013), no espaço escolar, o acompanhante terapêutico é um dispositivo clínico, orientado por uma rede de deveres coletivos, visando sempre, com excelência, à qualidade da inclusão educacional para todos os sujeitos, sejam esses crianças ou adolescentes, ou seja, o AT leva a clínica para a escola. (SERENO, 2010).

Nessa linha de raciocínio, Duarte (2008) contribuiu, afirmando que o AT na escola adentra em ação para amparar e auxiliar esses indivíduos na sua dificuldade de aprendizagem. Nessa perspectiva, o objetivo do profissional AT é de ajudar esses sujeitos a criar e se adaptar à sua nova rotina dentro do contexto escolar, ajudando-o a se reorganizar dentro de suas atividades diárias. Assim, o AT escolar vai estimular a imaginação, criatividade, sua autoestima e confiança, para que esses pacientes possam se organizar no contexto em que estão inseridos, buscando novos conhecimentos e desafios.

Com isso, a presença desse profissional na área escolar está relacionada a uma demanda que possa responder por atitudes do sujeito acompanhado que ainda está em pleno processo de adaptação no espaço escolar. Nesse sentido, se traz a importância desse profissional no espaço escolar, pois esse é um facilitador da edificação de vínculos da família com a escola e sociedade. (BRAGHIROLLI, 2013).

Nessa perspectiva, do período de adaptação, Duarte (2008) contribui em seu trabalho, observando que o AT deve estar sempre próximo do acompanhado, minimizando seus sentimentos de solidão. Deve ajudá-lo a constituir e organizar seus pensamentos, reorganizar condutas adequadas no meio em que está inserido, ou seja, o AT deve estar em pleno movimento rumo ao desenvolvimento do acompanhado, estimulando assim suas novas condutas e capacidades latentes.

Portanto, o acompanhante terapêutico que atua  na escola deve mostrar para o       acompanhado, equipe  escolar, família e sociedade, que o sujeito em questão tem capacidade de aprender, que ele também é capaz de interpretar o mundo em sua volta conforme sua vivência, sempre respeitando o processo de aprendizagem desse sujeito. (DUARTE, 2008).

Esse profissional, portanto, tem o poder de beneficiar novas probabilidades de articulações, possibilitando assim um novo olhar a esses sujeitos.

 

2.3. Observação e Mapeamento Escolar

A realidade para a qual o Acompanhante Terapêutico escolar deve ser preparado é repleta de “zona de sentidos” (REY, 2003 apud MARINHO – ARAUJO e ALMEIDA 2005), ressignificadas por configurações subjetivas individuais e sociais e, portanto, lugar onde as certezas são limitadas, as necessidades, dinâmicas, os cenários construídos.

A atuação do acompanhante escolar se estabelece em uma dimensão preventiva, onde o mesmo deve facilitar, incentivar a construção de estratégias de ensino tão diversificadas quantas forem as possibilidades interativas de aprendizagem; promover a reflexão e a conscientização de funções, de papéis e responsabilidades dos sujeitos que atuam de forma relacional  no cotidiano da escola; e buscar, com a equipe escolar, a superação dos obstáculos à apropriação do conhecimento para esses sujeitos que estão sendo inseridos no meio escolar (ARAUJO, 1995 apud MARINHO – ARAUJO e ALMEIDA, 2005).

Entende-se que mapear e analisar a instituição escolar constitui-se como etapa básica do processo de intervenção institucional, a fim de criar, inicialmente, subsídios para a compreensão dessa realidade.

Para Marinho – Araujo e Almeida (2005), faz-se necessário, então, que o  acompanhante escolar desenvolva competências e habilidades para investigar e analisar a instituição escolar, evidenciando, e não camuflando as contradições entre as práticas educativas e as efetivas demandadas dos sujeitos nesse contexto, contribuindo para as rupturas ou reformulações institucionais.

 

2.4. O papel da Escola nos dias de hoje.

Como sabemos, as instituições escolares são encarregadas de transmitir cultura, abrigar e preparar as crianças, enquanto o futuro que dará possibilidades de escolha não chega. (JERUSALINSKY, 2002).

Atualmente, sabe-se que muitas instituições de ensino não conseguem dar conta de uma grande demanda de dificuldades, que, por muitas vezes, as impossibilitam de melhor se organizarem para trabalhar com diferentes pedagogias culturais.

Nesse sentindo, quando se observa a realidade de nossas escolas brasileiras, consegue-se melhor explicar a importância do Acompanhante Terapêutico Escolar em relação à inclusão social.

Braghirolli (2013) diz que “é preciso mudar o quadro de marginalização dessas pessoas, com alterações da visão social, com contribuição de maiores recursos e de novas tecnologias”. Ou seja, buscar essas “novas tecnologias” além do muro da escola, pois hoje a escola e sociedade devem compreender que importantes processos educativos estão ocorrendo em muitos locais além da escola, por meio de culturas e tecnologias diversificadas.

Isso, porque muitas instituições escolares têm a dificuldade de aceitar a inclusão de alunos com alguma necessidade especial, pois essas também não apresentam condições de proporcionar ao seu corpo docente, formações, para que esses profissionais também tenham a capacidade de se “adaptar” a esses novos alunos que estão sento inclusos no espaço escolar.

Para Assali (2006), as instituições escolares sofrem grandes exigências sociais, tomando para elas mesmas uma série de obrigações que só seriam mais bem contempladas pela existência de uma equipe multifuncional de profissionais que não faziam parte de seu meio (psicólogos, ATs, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogo).

Nesse contexto, conseguimos perceber que o papel do AT escolar é árduo e de extrema importância para a inclusão social escolar desses alunos, pois esse irá contribuir e promoverá uma melhor qualidade às suas relações e bem-estar para o seu processo de ensino aprendizagem.

Portando, a educação precisa deliberar seus objetivos e procurar novas probabilidades aos seus alunos, pois sabemos que a educação ainda precisa avançar e muito no que se diz respeito à temática da inclusão, aproveitando toda e qualquer possibilidade de tentativa de mudança para, cada vez mais, melhorar o espaço escolar.

 

3. CONSIDERAÇÕES FINAIS

O Acompanhante Terapêutico escolar atribui um grande papel para a sociedade educandária, facilitando a integração dos sujeitos com dificuldades de aprendizagem ou de necessidades especiais dentro desse espaço, cultivando a esses o direito de ir e vir, respeitando o seu espaço, sua individualidade e crescimento.

Nesse contexto, percebe-se que o AT Escolar é um agente facilitador no processo de ensino aprendizagem, preocupado com todo o meio escolar que cerca o acompanhado. Como tal, esse profissional acompanhará todo o processo de desenvolvimento do indivíduo em questão bem de perto, podendo assim auxiliá-lo em suas mais variadas atividades na escola e contribuir para a construção das suas identidades.

Com toda essa importância do AT escolar, cabe ao poder público ter um melhor conhecimento desse profissional nas escolas, atribuindo a esses a oportunidades de se inserirem nas escolas das redes públicas e municipais de ensino. Cabe aos nossos governadores e a cada conselho (medicina, psicologia, psiquiatria, entre outros) enxergarem esse profissional como uma pedagogia cultural que auxiliará toda uma comunidade escolar a crescer cada vez mais para o caminho da inclusão desses sujeitos com necessidades nas escolas.  Concordando, assim, com as ideias de Nardi (2012), o AT vem a ser uma ferramenta dentre poucos profissionais que se preocupam com seus pacientes, em inseri-los novamente em sociedade e meio cultural; simboliza, sim, a mudança e transformação na vida desses sujeitos, acenando a esperança de uma melhor qualidade de vida para eles e seus familiares.

 

4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

  1. ASSALI, A. M. Inclusão escolar e acompanhamento terapêutico: possibilidade ou entrave? . Disponível em: http://www.proceedings.scielo.br/scielo.php?pid=MSC0000000032006000100017&script=sci_arttext. Acessado em: 20/06/2014.
  2. BRAGHIROLLI, M. L. S. Acompanhante Terapêutico: um agente facilitador da inclusão social e escolar. Disponível em: https://siteat.net/2013/12/02/braghirolli/. Acessado em: 19/06/2014.
  3. DUARTE, A. P. A Inserção do AT na vida escolar. Disponível em: https://siteat.net/alice/. Acessado em: 17/06/2010.
  4. HECHT, B. Acompanhante Terapêutico escolar e psicomotricidade: possíveis intersecções. Disponível em: https://siteat.net/bruna/. Acessado em: 19/06/2014.
  5. JERUSALINSKY, J. O acompanhamento terapêutico e a construção de um protagonismo. Revista de Psicanálise, v. 162, p. 9, 2002.
  6. MARINHO – ARAUJO, C.M & ALMEIDA, S.F.C. Intervenção Institucional, possibilidades de prevenção em Psicologia Escolar. In: MARINHO, A. C. M & ALMEIDA, S. F. C. Psicologia escolar: construção e consolidação da identidade profissional. São Paulo: Alínea, 2005.
  7. NARDI, Marycels. O Acompanhamento Terapêutico como Ferramenta de Inclusão Social: Uma Reflexão. Disponível em: https://siteat.net/marycels/. Acessado em: 19/06/2014.
  8. NETO, O. R.; PINTO, A. C. T; OLIVEIRA, L. G. A. Acompanhante Terapêutico: História, Clínica e Saber. Psicologia: Ciência e Profissão. v.1. p, 10, 2011.
  9. PEGORELLI, A. C. B. Um acompanhante terapêutico na escola: alcances e limites. Congresso de Psicopatologia Fundamental. Disponível em: http://www.fundamentalpsychopathology.org/uploads/files/posteres_iv_congresso/programa_completo/programa_completo.pdf. Acessado em 18/06/2014.
  10. PITIA, A. C. Acompanhamento Terapêutico e o conceito reichiano de auto-regulação social. Disponível em: https://siteat.net/ana-3/. Acessado em: 15/06/2014.
  11. PITIA, A. C.; SANTOS, M. A. O acompanhamento terapêutico como estratégia de continência do sofrimento psíquico. SMAD, Revista Eletrônica Saúde Mental Álcool Drogas. v. 2, p. 14, 2006.
  12. SERENO, D. Acompanhamento Terapêutico e a Inclusão Escolar. Disponível em: https://siteat.net/deborah-2/. Acessado em: 18/06/2014.

 

Autor: Marcelo André Graciano – Psicólogo (CRP 07/22890), graduado em Psicologia pela Faculdade Meridional (IMED). Passo Fundo/RS.

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